Menores de cinco anos que não foram vacinas neste sábado ainda podem tomar a gotinha, pois continua disponível nos postos. Balanço final deve sair em duas semanas
O resultado preliminar da segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite mostra que, até as 17h30 deste sábado (14), as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde haviam informado ao Ministério da Saúde 7.154.830 crianças vacinadas em todo o Brasil. Este número é parcial e sofrerá alterações, à medida que os estados e municípios atualizem o banco de dados do Ministério da Saúde.
“O número muda a todo instante. Isso ocorre porque a digitação dos dados no sistema não ocorre no mesmo momento em que a criança recebe a gotinha. É comum que as equipes de profissionais de saúde comecem a digitar os dados depois que a vacinação termina”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno.. A previsão é que o resultado final da campanha seja divulgado até o fim de agosto.
“Se os pais ou responsáveis, por algum motivo, não puderam levar as crianças, não há motivo para preocupação. Basta ir à unidade de saúde mais próxima, porque a vacina contra a pólio está disponível na rede pública de saúde em todo o país”, explica Carmem Osterno.
Neste sábado, pais e responsáveis levaram crianças menores de cinco anos aos cerca de 115 mil postos de vacinação. A meta é imunizar 14,6 milhões de crianças, representando 95%, meta mínima exigida, dos menores de cinco anos. Para isso, foram distribuídos 24 milhões de doses da vacina. No total, somando as duas etapas, foram distribuídos 48 milhões de doses. A primeira fase da campanha, realizada em 12 de junho, imunizou 14 milhões de crianças.
O investimento do Ministério da Saúde, nas duas fases da campanha, foi de R$ 40,9 milhões – sendo R$ 20,8 milhões para comprar vacinas e R$ 20,1 milhões em repasses para as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, parceiros do Ministério na realização da campanha.
BRASIL SEM PÓLIO – A estratégia adotada pelo Brasil, de realizar campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses, contribuiu para que o país eliminasse o vírus da poliomielite. Desde 1989, não são registrados casos da doença em território nacional. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) a certificação internacional de erradicação da transmissão da poliomielite.
Segundo Carmem Osterno, apesar do Brasil não registrar casos há mais de vinte anos, a doença ainda é comum em outras partes do mundo. A imunização previne contra os riscos de importação de casos provenientes de outros países que ainda registram casos da doença, principalmente dos que têm relações comerciais ou registram um fluxo migratório com o Brasil, como é o caso de alguns países africanos e asiáticos.
De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos de poliomielite. Desses quatro são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi.
SOBRE A VACINA – Oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra a paralisia infantil é administrada via oral, em gotas, e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde para a imunização de rotina. Pelo calendário básico de vacinação, os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Porém, é importante que todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) tomem as duas doses da vacina durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.
A vacina não apresenta contra-indicações. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e aids ou de outras doenças que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo).
A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.
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domingo, 15 de agosto de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Distúrbio do sono na infância traz prejuízos na fase adulta
Médico chama atenção para cuidados na hora de dormir e a importância de boas noites de sono e aponta quantas horas são ideias para cada idade
Deitar sempre em um mesmo horário, falar pouco e não se agitar durante a noite, não ter pesadelos, dormir o número de horas suficiente para cada idade, acordar sozinho, recuperado e bem disposto para um dia de mais atividades. Será que todas as crianças conseguem isso? Parece até um sonho, não é mesmo? De acordo com o médico pediatra e homeopata Dr. Yechiel Moises Chencinski, sempre que houver uma alteração nessa dinâmica, o resultado pode não ser satisfatório. Começar um dia após uma noite mal dormida ou mesmo em claro costuma trazer problemas.
"Não só para a criança, mas para todos nós, um dia produtivo só pode começar após uma boa noite de sono", afirma o médico. "Nossas 'baterias', muito exigidas durante nosso período de atividade, são recarregadas durante a noite e, para isso, é fundamental que esse período seja vivenciado com uma diminuição da atividade metabólica. Assim, podemos carregar nossas baterias sem gastá-las ao mesmo tempo".
Para o Dr. Moises, competitividade, cobranças, obrigações, muitas atividades extracurriculares, ambiente familiar conturbado ou até mesmo doenças próprias da infância - como febres e resfriados, por exemplo -, são fatores que podem interferir no sono das crianças. "Naquelas um pouco maiores, distúrbios emocionais, inclusive ansiedade e depressão - que são mais comuns do que se imagina - também podem interferir no adormecer e na qualidade do sono", salienta.
Não há como medir o tamanho dos prejuízos. Os problemas vão desde queda de atenção e rendimento escolar, alterações na alimentação, no humor, até danos ao desenvolvimento - isso porque o GH (hormônio do crescimento) tem maior liberação na fase do sono. "Se a criança tem dificuldades à noite, essa liberação pode ser prejudicada", explica o especialista. Ele aponta que os distúrbios podem aparecer na infância e se manter na fase adulta. Insônia, distúrbio de atenção, mudanças de humor e outras alterações como obesidade, por exemplo, podem ter origem na infância.
Como tratar crianças com distúrbios do sono
"O ideal não é tratar as crianças com problemas, mas sim criar condições para que essas crianças consigam ter um ritmo e uma rotina adequados para a idade", comenta o Dr. Moises. "As rotinas devem ser estabelecidas desde os primeiros meses de idade, com limites tanto nos horários para ir para cama à noite quanto para acordar de manhã", confirma.
No caso de crianças, é comum a indicação de medicamentos homeopáticos ou fitoterápicos para o tratamento de distúrbios do sono, estresse e ansiedade em crianças, pois são de fácil acesso e não apresentam contraindicações nem efeitos colaterais.
Você sabe quantas horas as crianças devem dormir por dia?
Recém-nascido
16 a 18 horas por dia
2 a 6 meses
14 a 16 horas por dia (5 horas dessas, de sono diurno)
6 a 12 meses
12 a 14 horas por dia (3 horas dessas, de sono diurno)
1 a 6 anos
10 a 12 horas por noite
Até os 2 anos - 2 sonos diurnos de 1 hora cada
Dos 2 aos 3 anos - 1 sonos diário de 1 hora
Acima dos 3 anos - não há necessidade de sono diurno
Acima de 6 anos
8 a 10 horas por noite
Adolescentes
8 a 9 horas por noite
Sobre o Sédatif PC
O laboratório Boiron já disponibiliza para o mercado brasileiro o Sédatif PC, medicamento homeopático indicado para prevenção e tratamento do estresse, ansiedade e distúrbios do sono. Ele é isento de prescrição e não possui contraindicações, por isso pode ser utilizado por adultos e crianças de todas as idades e até por gestantes. O medicamento possui seis princípios ativos associados, sendo que três atuam na esfera psíquica e três atuam na esfera física do indivíduo. O Sédatif PC auxilia no tratamento de tensões emocionais e mentais, nervosismo, inquietude e irritabilidade. Não é um sedativo e não causa sonolência.
Sobre a Boiron
A Boiron é o maior laboratório mundial de medicamentos homeopáticos, presente atualmente em mais de 80 países. O laboratório foi criado em 1932 pelos irmãos Jean e Henri Boiron e atualmente está na Bolsa de Paris. Em 2009, faturou 526 milhões de euros, um crescimento 12,7% em relação ao ano anterior. Com fortes investimentos em pesquisa nos últimos anos, possui um portfólio de mais de 250 especialidades e 3 mil substâncias unitárias registradas, produtos líderes em vendas na França e alguns dos medicamentos mais procurados no mundo. A missão da Boiron é que cada médico integre a homeopatia na sua pratica cotidiana. O tratamento homeopático deve ser uma opção terapêutica à escolha de médicos e pacientes.
Deitar sempre em um mesmo horário, falar pouco e não se agitar durante a noite, não ter pesadelos, dormir o número de horas suficiente para cada idade, acordar sozinho, recuperado e bem disposto para um dia de mais atividades. Será que todas as crianças conseguem isso? Parece até um sonho, não é mesmo? De acordo com o médico pediatra e homeopata Dr. Yechiel Moises Chencinski, sempre que houver uma alteração nessa dinâmica, o resultado pode não ser satisfatório. Começar um dia após uma noite mal dormida ou mesmo em claro costuma trazer problemas.
"Não só para a criança, mas para todos nós, um dia produtivo só pode começar após uma boa noite de sono", afirma o médico. "Nossas 'baterias', muito exigidas durante nosso período de atividade, são recarregadas durante a noite e, para isso, é fundamental que esse período seja vivenciado com uma diminuição da atividade metabólica. Assim, podemos carregar nossas baterias sem gastá-las ao mesmo tempo".
Para o Dr. Moises, competitividade, cobranças, obrigações, muitas atividades extracurriculares, ambiente familiar conturbado ou até mesmo doenças próprias da infância - como febres e resfriados, por exemplo -, são fatores que podem interferir no sono das crianças. "Naquelas um pouco maiores, distúrbios emocionais, inclusive ansiedade e depressão - que são mais comuns do que se imagina - também podem interferir no adormecer e na qualidade do sono", salienta.
Não há como medir o tamanho dos prejuízos. Os problemas vão desde queda de atenção e rendimento escolar, alterações na alimentação, no humor, até danos ao desenvolvimento - isso porque o GH (hormônio do crescimento) tem maior liberação na fase do sono. "Se a criança tem dificuldades à noite, essa liberação pode ser prejudicada", explica o especialista. Ele aponta que os distúrbios podem aparecer na infância e se manter na fase adulta. Insônia, distúrbio de atenção, mudanças de humor e outras alterações como obesidade, por exemplo, podem ter origem na infância.
Como tratar crianças com distúrbios do sono
"O ideal não é tratar as crianças com problemas, mas sim criar condições para que essas crianças consigam ter um ritmo e uma rotina adequados para a idade", comenta o Dr. Moises. "As rotinas devem ser estabelecidas desde os primeiros meses de idade, com limites tanto nos horários para ir para cama à noite quanto para acordar de manhã", confirma.
No caso de crianças, é comum a indicação de medicamentos homeopáticos ou fitoterápicos para o tratamento de distúrbios do sono, estresse e ansiedade em crianças, pois são de fácil acesso e não apresentam contraindicações nem efeitos colaterais.
Você sabe quantas horas as crianças devem dormir por dia?
Recém-nascido
16 a 18 horas por dia
2 a 6 meses
14 a 16 horas por dia (5 horas dessas, de sono diurno)
6 a 12 meses
12 a 14 horas por dia (3 horas dessas, de sono diurno)
1 a 6 anos
10 a 12 horas por noite
Até os 2 anos - 2 sonos diurnos de 1 hora cada
Dos 2 aos 3 anos - 1 sonos diário de 1 hora
Acima dos 3 anos - não há necessidade de sono diurno
Acima de 6 anos
8 a 10 horas por noite
Adolescentes
8 a 9 horas por noite
Sobre o Sédatif PC
O laboratório Boiron já disponibiliza para o mercado brasileiro o Sédatif PC, medicamento homeopático indicado para prevenção e tratamento do estresse, ansiedade e distúrbios do sono. Ele é isento de prescrição e não possui contraindicações, por isso pode ser utilizado por adultos e crianças de todas as idades e até por gestantes. O medicamento possui seis princípios ativos associados, sendo que três atuam na esfera psíquica e três atuam na esfera física do indivíduo. O Sédatif PC auxilia no tratamento de tensões emocionais e mentais, nervosismo, inquietude e irritabilidade. Não é um sedativo e não causa sonolência.
Sobre a Boiron
A Boiron é o maior laboratório mundial de medicamentos homeopáticos, presente atualmente em mais de 80 países. O laboratório foi criado em 1932 pelos irmãos Jean e Henri Boiron e atualmente está na Bolsa de Paris. Em 2009, faturou 526 milhões de euros, um crescimento 12,7% em relação ao ano anterior. Com fortes investimentos em pesquisa nos últimos anos, possui um portfólio de mais de 250 especialidades e 3 mil substâncias unitárias registradas, produtos líderes em vendas na França e alguns dos medicamentos mais procurados no mundo. A missão da Boiron é que cada médico integre a homeopatia na sua pratica cotidiana. O tratamento homeopático deve ser uma opção terapêutica à escolha de médicos e pacientes.
domingo, 20 de junho de 2010
Programa Criança em Ação no Butantã
O 'Criança em Ação', programa da Subprefeitura Butantã que oferece aulas de esporte e oficinas culturais para crianças e adolescentes, abre inscrições para sua segunda etapa, que começa este mês. As atividades, gratuitas, ocorrem na Casa de Cultura do Butantã, em associações culturais, nos Clubes-Escola e Clubes da Comunidade (CDCs) da região.
Em continuidade à primeira edição, a iniciativa procura oferecer uma programação alternativa para jovens em situação de risco e vulnerabilidade durante o período em que não estão na escola. As oficinas, porém, estão abertas a toda a garotada interessada - entre 7 e 17 anos. Os cursos são realizados três vezes por semana, de terça à sexta-feira, de manhã ou à tarde.
Entre as aulas oferecidas há basquete, futebol, judô, caratê, teatro, artes plásticas, violão, flauta, dança e percussão. Os alunos desenvolvem aptidões esportivas e culturais, com ênfase na consciência ecológica e senso de equipe.
Para fazer a inscrição, o jovem, acompanhado do responsável, deve dirigir-se ao local onde deseja praticar as atividades.
Lista de espaços inseridos no programa.
Clube escola - Solange Nunes Bibas
Rua Ernani Gama Correa, 367.
Oficinas oferecidas: vôlei, basquete, futebol, judô, teatro, artes plásticas, violão e dança coreográfica.
Clube escola - Mario Moraes
Rua Edward Carmilo, 840.
Oficinas oferecidas: handebol, caratê, dança (samba rock) e teatro.
CDC - Unidos Venceremos
Avenida Francisco Mont´Alverne, 20.
Oficinas oferecidas: basquete, handebol e percussão.
CDC - Walter dos Santos - Mocidade -
Avenida Lucas de Leyde, 16.
Oficinas oferecidas: futebol, teatro e flauta.
CDC - Francisco Prestes Maia - Rebouças
Rua Jose Capobianco, 232.
Oficinas oferecidas: futebol e percussão.
CDC - Raimundo da Silva Duprat
Rua Rafael Barbosa, s/nº.
Oficinas oferecidas: futebol, teatro e artes plásticas.
CDC - Varp - Rua Prof. Antonio Filgueiras de Lima.
Oficina oferecida: futebol.
Casulo - Morumbi
Rua Paulo Bourroul, 100.
Oficinas oferecidas: futebol e coral.
Sarp - Sociedade Amigos do Bairro do Real Parque
Rua Barão de Melgaço, 44.
Oficinas oferecidas: vôlei, basquete, teatro, artes plásticas, percussão e capoeira.
Casa de Cultura - Rua Junta Mizumoto,13.
Oficinas oferecidas: teatro, flauta, violão, dança coreográfica, canto e artes plásticas.
Em continuidade à primeira edição, a iniciativa procura oferecer uma programação alternativa para jovens em situação de risco e vulnerabilidade durante o período em que não estão na escola. As oficinas, porém, estão abertas a toda a garotada interessada - entre 7 e 17 anos. Os cursos são realizados três vezes por semana, de terça à sexta-feira, de manhã ou à tarde.
Entre as aulas oferecidas há basquete, futebol, judô, caratê, teatro, artes plásticas, violão, flauta, dança e percussão. Os alunos desenvolvem aptidões esportivas e culturais, com ênfase na consciência ecológica e senso de equipe.
Para fazer a inscrição, o jovem, acompanhado do responsável, deve dirigir-se ao local onde deseja praticar as atividades.
Lista de espaços inseridos no programa.
Clube escola - Solange Nunes Bibas
Rua Ernani Gama Correa, 367.
Oficinas oferecidas: vôlei, basquete, futebol, judô, teatro, artes plásticas, violão e dança coreográfica.
Clube escola - Mario Moraes
Rua Edward Carmilo, 840.
Oficinas oferecidas: handebol, caratê, dança (samba rock) e teatro.
CDC - Unidos Venceremos
Avenida Francisco Mont´Alverne, 20.
Oficinas oferecidas: basquete, handebol e percussão.
CDC - Walter dos Santos - Mocidade -
Avenida Lucas de Leyde, 16.
Oficinas oferecidas: futebol, teatro e flauta.
CDC - Francisco Prestes Maia - Rebouças
Rua Jose Capobianco, 232.
Oficinas oferecidas: futebol e percussão.
CDC - Raimundo da Silva Duprat
Rua Rafael Barbosa, s/nº.
Oficinas oferecidas: futebol, teatro e artes plásticas.
CDC - Varp - Rua Prof. Antonio Filgueiras de Lima.
Oficina oferecida: futebol.
Casulo - Morumbi
Rua Paulo Bourroul, 100.
Oficinas oferecidas: futebol e coral.
Sarp - Sociedade Amigos do Bairro do Real Parque
Rua Barão de Melgaço, 44.
Oficinas oferecidas: vôlei, basquete, teatro, artes plásticas, percussão e capoeira.
Casa de Cultura - Rua Junta Mizumoto,13.
Oficinas oferecidas: teatro, flauta, violão, dança coreográfica, canto e artes plásticas.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Crianças são as principais vítimas de viroses respiratórias do frio
Crianças são as maiores vítimas de viroses respiratórias típicas do outuno-inverno
Pediatra ensina 11 regras para proteção contra as principais doenças desta época
"Não adianta bater, que eu não deixo você entrar". Esta é uma quadra de um antigo jingle de uma loja famosa a respeito do frio. Mas bem poderia ser o slogan de uma campanha de atenção às doenças respiratórias, muito comuns nas estações de outono e inverno.
O clima seco deste período aumenta a incidência de viroses, principalmente as respiratórias, além do aumento das dermatites e dermatoses. "Embora muitas pessoas relacionem problemas respiratórios apenas com o inverno, na verdade os transtornos começam bem antes, principalmente em virtude da diminuição da umidade relativa do ar", diz o médico Sylvio Renan Monteiro de Barros, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Embora o ser humano seja dotado de 'barreiras' naturais que impedem a entrada de viroses, algumas vezes o sistema imunológico não consegue conter o seu acesso, especialmente em crianças, cujo amadurecimento ainda está desenvolvimento. "Ainda que os brônquios sejam dotados de cílios, que arrastam para fora os microorganismos, em baixas temperaturas perdem eficiência, abrindo caminho para que as doenças se instalem. Além do sistema respiratório, outros inconvenientes bem comuns são a conjuntivite (olhos), dermatites e dermatoses (pele)", completa dr. Sylvio.
Como proteger as crianças de tais inconvenientes?
Os pais devem oferecer bastante água à criança para promover a hidratação de dentro para fora. Para prevenir o ressecamento das mucosas é indicado aplicar soro fisiológico nas narinas pelo menos quatro vezes ao dia.
Lavar e arejar roupas que ficam que ficam guardadas por muito tempo e que acumulam facilmente fungos e mofo, grandes responsáveis por crises de rinite, asma e bronquite, também são práticas importantes.
Por último, dr. Sylvio orienta evitar locais fechados e de muita aglomeração, assim como higienizar constantemente as mãos das crianças. Ele aproveita para citar uma conduta básica: a regra dos 11. Segundo ele, são 11 as causas da maioria das infecções respiratórias: os 10 dedos das mãos e a garganta. E enfatiza: ensine a criança a não levar as mãos aos olhos, boca ou narinas se não estiverem muito bem lavadas.
Sylvio Renan de Barros é médico, tendo iniciado o curso na Faculdade de Medicina de Botucatu e se formado em 1974 pela Faculdade de Medicina do ABC. Especializou-se em pediatria na Unifesp/EPM, obtendo em seguida o título pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Fez especialização prática pela General Pediatric Service da University of California - Los Angeles (Ucla) e participa de diversos de simpósios do setor. Autou por quase 30 anos em Pronto Socorro Infantil. Atualmente se dedica a seu consultório e à literatura médica para leigos. Seu primeiro livro lançado chama-se "Seu bebê em perguntas e respostas - Do nascimento aos 12 meses".
Pediatra ensina 11 regras para proteção contra as principais doenças desta época
"Não adianta bater, que eu não deixo você entrar". Esta é uma quadra de um antigo jingle de uma loja famosa a respeito do frio. Mas bem poderia ser o slogan de uma campanha de atenção às doenças respiratórias, muito comuns nas estações de outono e inverno.
O clima seco deste período aumenta a incidência de viroses, principalmente as respiratórias, além do aumento das dermatites e dermatoses. "Embora muitas pessoas relacionem problemas respiratórios apenas com o inverno, na verdade os transtornos começam bem antes, principalmente em virtude da diminuição da umidade relativa do ar", diz o médico Sylvio Renan Monteiro de Barros, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Embora o ser humano seja dotado de 'barreiras' naturais que impedem a entrada de viroses, algumas vezes o sistema imunológico não consegue conter o seu acesso, especialmente em crianças, cujo amadurecimento ainda está desenvolvimento. "Ainda que os brônquios sejam dotados de cílios, que arrastam para fora os microorganismos, em baixas temperaturas perdem eficiência, abrindo caminho para que as doenças se instalem. Além do sistema respiratório, outros inconvenientes bem comuns são a conjuntivite (olhos), dermatites e dermatoses (pele)", completa dr. Sylvio.
Como proteger as crianças de tais inconvenientes?
Os pais devem oferecer bastante água à criança para promover a hidratação de dentro para fora. Para prevenir o ressecamento das mucosas é indicado aplicar soro fisiológico nas narinas pelo menos quatro vezes ao dia.
Lavar e arejar roupas que ficam que ficam guardadas por muito tempo e que acumulam facilmente fungos e mofo, grandes responsáveis por crises de rinite, asma e bronquite, também são práticas importantes.
Por último, dr. Sylvio orienta evitar locais fechados e de muita aglomeração, assim como higienizar constantemente as mãos das crianças. Ele aproveita para citar uma conduta básica: a regra dos 11. Segundo ele, são 11 as causas da maioria das infecções respiratórias: os 10 dedos das mãos e a garganta. E enfatiza: ensine a criança a não levar as mãos aos olhos, boca ou narinas se não estiverem muito bem lavadas.
Sylvio Renan de Barros é médico, tendo iniciado o curso na Faculdade de Medicina de Botucatu e se formado em 1974 pela Faculdade de Medicina do ABC. Especializou-se em pediatria na Unifesp/EPM, obtendo em seguida o título pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Fez especialização prática pela General Pediatric Service da University of California - Los Angeles (Ucla) e participa de diversos de simpósios do setor. Autou por quase 30 anos em Pronto Socorro Infantil. Atualmente se dedica a seu consultório e à literatura médica para leigos. Seu primeiro livro lançado chama-se "Seu bebê em perguntas e respostas - Do nascimento aos 12 meses".
Cuidados nutricionais durante episódios de diarréia infantil
Que mãe nunca precisou correr com o filho para um pronto socorro em decorrência de um episódio de diarréia?
Apesar de corriqueira, a diarréia pode evoluir para desidratação grave e desnutrição. A doença é responsável pelos principais motivos de internação hospitalar e pelos elevados índices de mortalidade infantil em todo mundo. “Por muitos anos, em nosso País, a infecção bacteriana ocupou o topo da lista do fator causal da diarréia aguda, principalmente em decorrência da falta de higiene básica, da manipulação inadequada de alimentos e da má nutrição. Nos dias atuais, temos as infecções por rotavírus como a causa mais freqüente de diarréia infantil. Infecções parasitárias, intolerâncias e intoxicações alimentares também figuram entre as causas mais comuns da doença diarréica”, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
A síndrome diarréica, além da desidratação, causa perda importante de apetite e má absorção de nutrientes, comprometendo o estado nutricional da criança e sustentando a gravidade da doença. “Práticas inadequadas na condução do tratamento, como a suspensão da alimentação ou a manutenção de dietas com baixa oferta calórica podem causar prejuízos ao desenvolvimento e ao crescimento infantil, agravando a desnutrição e condunzindo a um desfecho negativo, em alguns casos”, alerta a nutricionista do Citen, Amanda Epifanio.
“O ponto mais importante no tratamento da diarréia infantil é a hidratação adequada. O soro caseiro deve ser oferecido assim que os primeiros sintomas aparecerem, podendo ser oferecido aos poucos, após cada episódio diarréico”, destaca a nutricionista.
A formulação do soro caseiro deve ser cuidadosamente preparada para não causar efeitos adversos. Assim, a recomendação é que se utilize uma medida padrão, distribuída nos postos de saúde, gratuitamente, para o preparo adequado. A receita? Uma medida pequena de sal, duas medidas grandes de açúcar dissolvidas em um copo de 200 ml de água filtrada ou 1 litro de água, 1 colher rasa de sal de cozinha (3,5g) e 2 colheres de sopa cheias de açúcar (40g)). O soro pode ser utilizado por até 24 horas após seu preparo.
“Refrigerantes e bebidas isotônicas não devem ser oferecidos às crianças menores de 5 anos na tentativa de evitar ou tratar a desidratação. Em situações de desidratação mais grave, a terapia de reposição oral deve ser realizada em ambiente hospitalar”, adverte a nutricionista Amanda Epifanio.
Orientações nutricionais da equipe do Citen:
1) O princípio fundamental da orientação nutricional durante episódios de diarréia é tentar manter a alimentação da criança o mais próximo do normal para garantir a manutenção do peso e evitar o agravamento da doença;
2) Crianças que ainda estão se alimentando de leite materno devem continuar mamando, mesmo na fase de hidratação oral. “O leite materno apresenta baixa carga de solutos e excelente digestibilidade, o que o torna bem tolerado pelo organismo infantil, mesmo durante o episódio de diarréia. Além disso, o leite materno também pode acelerar a recuperação dos danos causados à mucosa intestinal e prevenir o processo de desnutrição”, defende a nutricionista;
3) Os cuidados nutricionais com crianças que recebem aleitamento artificial dizem respeito à manutenção da diluição adequada por idade. “Não é recomendado oferecer às crianças soluções mais diluídas, pois essa prática não reduz o tempo de duração da diarréia e pode contribuir para o agravamento do estado nutricional. A fórmula infantil deve ser oferecida cinco vezes ao dia ou mais, de acordo com a aceitação de cada criança”, explica Amanda;
4) Quando as crianças já recebem alimentos sólidos, os cuidados nutricionais dizem respeito apenas à oferta de alimentos em pequenas quantidades e, em intervalos mais curtos, para combater a perda de apetite. “As refeições devem conter todos os alimentos que fazem parte da refeição cotidiana”, destaca a nutricionista do Citen;
5) O leite representa uma excelente fonte de proteína e cálcio e é fundamental na prevenção e no tratamento da desnutrição. Em casos de intolerância, o leite deverá ser substituído por equivalentes isentos de lactose, mas com fontes adequadas de cálcio. “É muito comum a introdução de bebidas à base de soja em crianças com diarréia, entretanto essas bebidas, em geral, não apresentam cálcio e vitamina D, em quantidades apropriadas, portanto, não devem ser consumidas como substitutos do leite”, alerta Amanda;
6) As carnes, além de fontes protéicas, representam as principais fontes alimentares de ferro e vitaminas do complexo B. Elas podem ser oferecidas moídas, cozidas e cortadas em pedaços pequenos ou mesmo desfiadas. “A variedade na forma de preparo poderá contribuir para melhor aceitação das crianças, já que em geral, elas costumam rejeitar esse grupo de alimento por dificuldades na mastigação e intolerâncias digestivas. O ovo, apesar de apresentar elevado valor nutritivo, deve ser evitado durante os episódios diarréicos, pois podem causar maior fermentação intestinal e desconforto gástrico”, informa a nutricionista;
7) Os carboidratos são fontes energéticas importantes e devem fazer parte de todas as refeições diárias. No desjejum, esse grupo de alimentos pode ser oferecido na forma de pão ou cereais. Pães torrados costumam ter melhor aceitação por crianças que apresentam enjôo matinal. “Um mingau preparado com aveia ou farinha de arroz ou milho pode ser uma excelente opção para crianças inapetentes. Essa preparação pode ser incrementada com adição de azeite de oliva no momento do preparo, com a finalidade de aumentar o valor calórico da refeição e impedir a perda de peso”, ensina Amanda;
8) Arroz, batatas e outros tubérculos representam as fontes energéticas das refeições do almoço e jantar. Esses alimentos podem fazer parte de preparações como purê e sopa, que também podem ter seu aporte calórico aumentado com o incremento de azeite de oliva. “Massas como macarrão são digeridas muito rapidamente e podem causar desconforto gástrico, assim, durante o episódio de diarréia, a recomendação é evitá-las. Entretanto, se as massas fizerem parte da alimentação cotidiana da criança ou se ela tolerar melhor esse grupo de alimento, elas deverão fazer parte da alimentação sem restrição, preferencialmente preparadas ao alho e óleo ou com molhos de tomate fresco”, diz a nutricionista do Citen;
9) “É muito comum encontrar orientações que proíbem o consumo do feijão durante a doença diarréica. Essa recomendação não é fundamentada, exceto, em situações de intolerância digestiva causada pela fermentação natural dos grãos”, conta Amanda. Esse efeito pode ser amenizado com o procedimento adequando antes do cozimento, o que significa deixar os grãos de molho, em água abundante, por até seis horas. A água do molho deverá ser descartada antes de iniciar o cozimento, assim as substâncias fermentativas dos grãos são eliminadas e a tolerância digestiva melhora;
10) As frutas, além da energia proveniente dos carboidratos são as principais fontes alimentares de vitaminas e minerais e devem estar presentes em todas as refeições diárias. “Algumas frutas podem agravar a diarréia como o mamão e a ameixa devido ao seu efeito laxativo. O abacate deve ser evitado pelo elevado teor de gordura. Após a melhora do quadro, todas estas frutas poderão fazer parte da dieta infantil diária”, diz Amanda Epifanio;
11) Todos os legumes podem fazer parte da alimentação infantil, preparados preferencialmente cozidos. “É muito difundido o uso de alimentos fibrosos no tratamento da prisão de ventre, mas essas substâncias também podem ser utilizadas no tratamento da diarréia, principalmente as fibras dos legumes. Os vegetais folhosos devem ser evitados até que os episódios de diarréia cessem”, ensina a nutricionista do Citen.
Intolerância alimentar
Em algumas situações é possível observar intolerância à lactose e agravamento dos episódios de diarréia com a adição de açúcar à dieta ou mesmo com o consumo de alimentos ricos em açúcar. “Nesses casos, a substituição do leite por fórmulas infantis sem lactose é fundamental, assim como a suspensão do açúcar da dieta. Após a melhora dos episódios diarréicos, a alimentação poderá voltar ao normal”, recomenda a endocrinologista Ellen Paiva.
CONTATO:
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Apesar de corriqueira, a diarréia pode evoluir para desidratação grave e desnutrição. A doença é responsável pelos principais motivos de internação hospitalar e pelos elevados índices de mortalidade infantil em todo mundo. “Por muitos anos, em nosso País, a infecção bacteriana ocupou o topo da lista do fator causal da diarréia aguda, principalmente em decorrência da falta de higiene básica, da manipulação inadequada de alimentos e da má nutrição. Nos dias atuais, temos as infecções por rotavírus como a causa mais freqüente de diarréia infantil. Infecções parasitárias, intolerâncias e intoxicações alimentares também figuram entre as causas mais comuns da doença diarréica”, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
A síndrome diarréica, além da desidratação, causa perda importante de apetite e má absorção de nutrientes, comprometendo o estado nutricional da criança e sustentando a gravidade da doença. “Práticas inadequadas na condução do tratamento, como a suspensão da alimentação ou a manutenção de dietas com baixa oferta calórica podem causar prejuízos ao desenvolvimento e ao crescimento infantil, agravando a desnutrição e condunzindo a um desfecho negativo, em alguns casos”, alerta a nutricionista do Citen, Amanda Epifanio.
“O ponto mais importante no tratamento da diarréia infantil é a hidratação adequada. O soro caseiro deve ser oferecido assim que os primeiros sintomas aparecerem, podendo ser oferecido aos poucos, após cada episódio diarréico”, destaca a nutricionista.
A formulação do soro caseiro deve ser cuidadosamente preparada para não causar efeitos adversos. Assim, a recomendação é que se utilize uma medida padrão, distribuída nos postos de saúde, gratuitamente, para o preparo adequado. A receita? Uma medida pequena de sal, duas medidas grandes de açúcar dissolvidas em um copo de 200 ml de água filtrada ou 1 litro de água, 1 colher rasa de sal de cozinha (3,5g) e 2 colheres de sopa cheias de açúcar (40g)). O soro pode ser utilizado por até 24 horas após seu preparo.
“Refrigerantes e bebidas isotônicas não devem ser oferecidos às crianças menores de 5 anos na tentativa de evitar ou tratar a desidratação. Em situações de desidratação mais grave, a terapia de reposição oral deve ser realizada em ambiente hospitalar”, adverte a nutricionista Amanda Epifanio.
Orientações nutricionais da equipe do Citen:
1) O princípio fundamental da orientação nutricional durante episódios de diarréia é tentar manter a alimentação da criança o mais próximo do normal para garantir a manutenção do peso e evitar o agravamento da doença;
2) Crianças que ainda estão se alimentando de leite materno devem continuar mamando, mesmo na fase de hidratação oral. “O leite materno apresenta baixa carga de solutos e excelente digestibilidade, o que o torna bem tolerado pelo organismo infantil, mesmo durante o episódio de diarréia. Além disso, o leite materno também pode acelerar a recuperação dos danos causados à mucosa intestinal e prevenir o processo de desnutrição”, defende a nutricionista;
3) Os cuidados nutricionais com crianças que recebem aleitamento artificial dizem respeito à manutenção da diluição adequada por idade. “Não é recomendado oferecer às crianças soluções mais diluídas, pois essa prática não reduz o tempo de duração da diarréia e pode contribuir para o agravamento do estado nutricional. A fórmula infantil deve ser oferecida cinco vezes ao dia ou mais, de acordo com a aceitação de cada criança”, explica Amanda;
4) Quando as crianças já recebem alimentos sólidos, os cuidados nutricionais dizem respeito apenas à oferta de alimentos em pequenas quantidades e, em intervalos mais curtos, para combater a perda de apetite. “As refeições devem conter todos os alimentos que fazem parte da refeição cotidiana”, destaca a nutricionista do Citen;
5) O leite representa uma excelente fonte de proteína e cálcio e é fundamental na prevenção e no tratamento da desnutrição. Em casos de intolerância, o leite deverá ser substituído por equivalentes isentos de lactose, mas com fontes adequadas de cálcio. “É muito comum a introdução de bebidas à base de soja em crianças com diarréia, entretanto essas bebidas, em geral, não apresentam cálcio e vitamina D, em quantidades apropriadas, portanto, não devem ser consumidas como substitutos do leite”, alerta Amanda;
6) As carnes, além de fontes protéicas, representam as principais fontes alimentares de ferro e vitaminas do complexo B. Elas podem ser oferecidas moídas, cozidas e cortadas em pedaços pequenos ou mesmo desfiadas. “A variedade na forma de preparo poderá contribuir para melhor aceitação das crianças, já que em geral, elas costumam rejeitar esse grupo de alimento por dificuldades na mastigação e intolerâncias digestivas. O ovo, apesar de apresentar elevado valor nutritivo, deve ser evitado durante os episódios diarréicos, pois podem causar maior fermentação intestinal e desconforto gástrico”, informa a nutricionista;
7) Os carboidratos são fontes energéticas importantes e devem fazer parte de todas as refeições diárias. No desjejum, esse grupo de alimentos pode ser oferecido na forma de pão ou cereais. Pães torrados costumam ter melhor aceitação por crianças que apresentam enjôo matinal. “Um mingau preparado com aveia ou farinha de arroz ou milho pode ser uma excelente opção para crianças inapetentes. Essa preparação pode ser incrementada com adição de azeite de oliva no momento do preparo, com a finalidade de aumentar o valor calórico da refeição e impedir a perda de peso”, ensina Amanda;
8) Arroz, batatas e outros tubérculos representam as fontes energéticas das refeições do almoço e jantar. Esses alimentos podem fazer parte de preparações como purê e sopa, que também podem ter seu aporte calórico aumentado com o incremento de azeite de oliva. “Massas como macarrão são digeridas muito rapidamente e podem causar desconforto gástrico, assim, durante o episódio de diarréia, a recomendação é evitá-las. Entretanto, se as massas fizerem parte da alimentação cotidiana da criança ou se ela tolerar melhor esse grupo de alimento, elas deverão fazer parte da alimentação sem restrição, preferencialmente preparadas ao alho e óleo ou com molhos de tomate fresco”, diz a nutricionista do Citen;
9) “É muito comum encontrar orientações que proíbem o consumo do feijão durante a doença diarréica. Essa recomendação não é fundamentada, exceto, em situações de intolerância digestiva causada pela fermentação natural dos grãos”, conta Amanda. Esse efeito pode ser amenizado com o procedimento adequando antes do cozimento, o que significa deixar os grãos de molho, em água abundante, por até seis horas. A água do molho deverá ser descartada antes de iniciar o cozimento, assim as substâncias fermentativas dos grãos são eliminadas e a tolerância digestiva melhora;
10) As frutas, além da energia proveniente dos carboidratos são as principais fontes alimentares de vitaminas e minerais e devem estar presentes em todas as refeições diárias. “Algumas frutas podem agravar a diarréia como o mamão e a ameixa devido ao seu efeito laxativo. O abacate deve ser evitado pelo elevado teor de gordura. Após a melhora do quadro, todas estas frutas poderão fazer parte da dieta infantil diária”, diz Amanda Epifanio;
11) Todos os legumes podem fazer parte da alimentação infantil, preparados preferencialmente cozidos. “É muito difundido o uso de alimentos fibrosos no tratamento da prisão de ventre, mas essas substâncias também podem ser utilizadas no tratamento da diarréia, principalmente as fibras dos legumes. Os vegetais folhosos devem ser evitados até que os episódios de diarréia cessem”, ensina a nutricionista do Citen.
Intolerância alimentar
Em algumas situações é possível observar intolerância à lactose e agravamento dos episódios de diarréia com a adição de açúcar à dieta ou mesmo com o consumo de alimentos ricos em açúcar. “Nesses casos, a substituição do leite por fórmulas infantis sem lactose é fundamental, assim como a suspensão do açúcar da dieta. Após a melhora dos episódios diarréicos, a alimentação poderá voltar ao normal”, recomenda a endocrinologista Ellen Paiva.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
Fábrica Verde realiza seu primeiro encontro de paisagismo
Nos próximos dias 20 e 21 de maio, ocorrerá o 1º Encontro de Paisagismo Fábrica Verde. O evento objetiva aprimorar o conhecimento básico dos beneficiários em paisagismo e oportunidades de trabalho no setor e terá como palestrantes paisagistas de renome nacional que ajudarão na troca de experiências.
O público alvo é os beneficiários do Fábrica Verde - Pinheiros, UNASP, os ex-participantes do Fábrica Verde USP - Leste e Butantã, assim como paisagistas da região e empresas de jardinagem. O encontro também servirá como uma fonte de intercâmbio entre os paisagistas presentes.
O Encontro é uma parceria do Projeto Fábrica Verde, Instituto Abril, Subprefeitura de Pinheiros, Cidade Escola Aprendiz, paisagistas da região de Pinheiros e empresas de produtos para jardinagem. Acontecerá das 8 às 13h nos dias 20 e 21 na Praça Victor Civita (rua Sumidouro, 580) Pinheiros. As inscrições vão até o dia 18 de maio e para se inscrever basta levar 1 kg de alimento não perecível que será doado ao Centro Jovem Vila Anglo, que atende 150 crianças na Lapa.
O público alvo é os beneficiários do Fábrica Verde - Pinheiros, UNASP, os ex-participantes do Fábrica Verde USP - Leste e Butantã, assim como paisagistas da região e empresas de jardinagem. O encontro também servirá como uma fonte de intercâmbio entre os paisagistas presentes.
O Encontro é uma parceria do Projeto Fábrica Verde, Instituto Abril, Subprefeitura de Pinheiros, Cidade Escola Aprendiz, paisagistas da região de Pinheiros e empresas de produtos para jardinagem. Acontecerá das 8 às 13h nos dias 20 e 21 na Praça Victor Civita (rua Sumidouro, 580) Pinheiros. As inscrições vão até o dia 18 de maio e para se inscrever basta levar 1 kg de alimento não perecível que será doado ao Centro Jovem Vila Anglo, que atende 150 crianças na Lapa.
Preste atenção na escrita do seu filho ou aluno!
Por Raquel Caruso*
A Disgrafia (dis=dificuldade e grafia=grafar/escrever) é um transtorno da escrita resultante de um distúrbio de integração visual-motora, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. Trata-se de um transtorno funcional e apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que justifiquem tal dificuldade.
Apesar de alguns autores terem visões diferentes quanto ao termo disgrafia e disortografia, abordaremos a disgrafia como sendo um prejuízo que o indivíduo possui na execução do ato motor destinado à escrita e não das trocas, omissões, inversões e contaminações de letras/palavras, que seriam características da disortografia.
De modo geral, a escrita é uma linguagem visual expressiva, que faz uso de uma série de operações cognitivas, tais como percepção auditiva, visual, discriminação tátil, cinestésica. Ou seja, é um sistema visual simbólico, que converte pensamento, sentimento e idéias em símbolos gráficos, que envolve análise de todos estes subsistemas.
Para o desenvolvimento da escrita adequada, existem alguns pré-requisitos, como aspectos cognitivos, afetivo, motor e linguagem que são necessários observar: - Esquema corporal (planta do indivíduo) é a organização das sensações relativas ao seu próprio corpo em relação ao mundo exterior; - Lateralidade (dominância=força e precisão) conceito de direita e esquerda será mais fácil de ser interiorizado a medida que sua dominância for mais homogênea; - Estruturação espacial: o indivíduo deve ser capaz de situar-se e situar objetos uns em relação aos outros; - Orientação temporal: envolve a capacidade de situar-se em função da sucessão dos acontecimentos (antes, após, durante), duração dos intervalos, noções de tempo longo e curto (hora, minuto), ritmo regular, irregular (aceleração, freada); - Pré-escrita: domínio do gesto e da direção gráfica (da esquerda para direita).
Quando realizamos uma avaliação psicomotora, observamos algumas características que podem auxiliar no diagnóstico, e que diferenciam os subtipos de disgrafia: Pura (inconsciente): quadro disgráfico em crianças com conflitos emocionais importantes, que usam a escrita para chamar a atenção pela "letra defeituosa".
Conflito emocional importante:
. escrita instável, com proporções inadequadas;
. deficiente espaçamento e inclinações Mista: apresenta conflitos emocionais associados à déficits perceptivo-motor (tipo de disgrafia mais freqüente): - dificuldade na forma, tamanho da letra; - inclinação defeituosa (inicia uma frase no canto superior esquerdo e acaba no canto inferior direito); - deficiente espaçamento entre letras, margens; - ligamento defeituoso entre letras da palavra; - não direciona o giro da escrita; - pressão do lápis ou caneta na escrita ou falta desta; - rasuras; - transtorno de ritmo; - alteração de postura; - letra ininteligível - lentidão; - alteração dos fatores psicomotores; - impulsividade; - transtorno da atenção; - transtorno do esquema corporal; Reativas: devido a transtorno maturativo, pedagógico ou neurológico. Inicialmente não possuem componentes de alteração emocional.
Há ainda a Disgrafia caligráfica ou motora, que ocorre alteração na forma das letras e na qualidade da escrita em seus aspectos percepto-motores. Em crianças menores, podemos observar dificuldades motoras de ritmo. Porém, somente após a alfabetização pode ser feito o diagnóstico. Para tanto é fundamental uma avaliação com profissional especializado na área.
Os exercícios de pré-escrita e grafismo são necessários para aprendizagem das letras e números. Sua finalidade é fazer com que a criança atinja o domínio do gesto e do instrumento, a percepção e a compreensão da imagem a reproduzir. É importante que o indivíduo seja estimulado a realizar exercícios para o ombro, como movimentos de abrir e fechar com o brinquedo vai e vem e bolas; cotovelo (peteca), punho, mão e dedos.
Estes exercícios poderão ser feitos utilizando técnicas de percepção corporal, como por exemplo relaxamento, massagens, prancha de equilíbrio e com a utilização de alguns materiais (argila, massinha, tinta , jogos).
A seguir exercícios de grafismo para professores trabalharem em sala de aula:
. Gestos no plano vertical (utilizando lousa, papel, pincéis, giz de cera e canetas hidrocor) para aprender a segurar corretamente o lápis;
. Grandes desenhos que vão diminuindo a medida que a criança desenvolve habilidade de ombro, cotovelo e passa a adquirir destreza de punho e dedos;
. O trabalho deve ser realizado sempre da esquerda para a direita.
*Raquel Caruso é fonoaudióloga, psicopedagoga, psicomotricista e coordenadora da EDAC - Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico, além de professora convidada da Associação Brasileira de Dislexia (ABD)
A Disgrafia (dis=dificuldade e grafia=grafar/escrever) é um transtorno da escrita resultante de um distúrbio de integração visual-motora, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. Trata-se de um transtorno funcional e apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que justifiquem tal dificuldade.
Apesar de alguns autores terem visões diferentes quanto ao termo disgrafia e disortografia, abordaremos a disgrafia como sendo um prejuízo que o indivíduo possui na execução do ato motor destinado à escrita e não das trocas, omissões, inversões e contaminações de letras/palavras, que seriam características da disortografia.
De modo geral, a escrita é uma linguagem visual expressiva, que faz uso de uma série de operações cognitivas, tais como percepção auditiva, visual, discriminação tátil, cinestésica. Ou seja, é um sistema visual simbólico, que converte pensamento, sentimento e idéias em símbolos gráficos, que envolve análise de todos estes subsistemas.
Para o desenvolvimento da escrita adequada, existem alguns pré-requisitos, como aspectos cognitivos, afetivo, motor e linguagem que são necessários observar: - Esquema corporal (planta do indivíduo) é a organização das sensações relativas ao seu próprio corpo em relação ao mundo exterior; - Lateralidade (dominância=força e precisão) conceito de direita e esquerda será mais fácil de ser interiorizado a medida que sua dominância for mais homogênea; - Estruturação espacial: o indivíduo deve ser capaz de situar-se e situar objetos uns em relação aos outros; - Orientação temporal: envolve a capacidade de situar-se em função da sucessão dos acontecimentos (antes, após, durante), duração dos intervalos, noções de tempo longo e curto (hora, minuto), ritmo regular, irregular (aceleração, freada); - Pré-escrita: domínio do gesto e da direção gráfica (da esquerda para direita).
Quando realizamos uma avaliação psicomotora, observamos algumas características que podem auxiliar no diagnóstico, e que diferenciam os subtipos de disgrafia: Pura (inconsciente): quadro disgráfico em crianças com conflitos emocionais importantes, que usam a escrita para chamar a atenção pela "letra defeituosa".
Conflito emocional importante:
. escrita instável, com proporções inadequadas;
. deficiente espaçamento e inclinações Mista: apresenta conflitos emocionais associados à déficits perceptivo-motor (tipo de disgrafia mais freqüente): - dificuldade na forma, tamanho da letra; - inclinação defeituosa (inicia uma frase no canto superior esquerdo e acaba no canto inferior direito); - deficiente espaçamento entre letras, margens; - ligamento defeituoso entre letras da palavra; - não direciona o giro da escrita; - pressão do lápis ou caneta na escrita ou falta desta; - rasuras; - transtorno de ritmo; - alteração de postura; - letra ininteligível - lentidão; - alteração dos fatores psicomotores; - impulsividade; - transtorno da atenção; - transtorno do esquema corporal; Reativas: devido a transtorno maturativo, pedagógico ou neurológico. Inicialmente não possuem componentes de alteração emocional.
Há ainda a Disgrafia caligráfica ou motora, que ocorre alteração na forma das letras e na qualidade da escrita em seus aspectos percepto-motores. Em crianças menores, podemos observar dificuldades motoras de ritmo. Porém, somente após a alfabetização pode ser feito o diagnóstico. Para tanto é fundamental uma avaliação com profissional especializado na área.
Os exercícios de pré-escrita e grafismo são necessários para aprendizagem das letras e números. Sua finalidade é fazer com que a criança atinja o domínio do gesto e do instrumento, a percepção e a compreensão da imagem a reproduzir. É importante que o indivíduo seja estimulado a realizar exercícios para o ombro, como movimentos de abrir e fechar com o brinquedo vai e vem e bolas; cotovelo (peteca), punho, mão e dedos.
Estes exercícios poderão ser feitos utilizando técnicas de percepção corporal, como por exemplo relaxamento, massagens, prancha de equilíbrio e com a utilização de alguns materiais (argila, massinha, tinta , jogos).
A seguir exercícios de grafismo para professores trabalharem em sala de aula:
. Gestos no plano vertical (utilizando lousa, papel, pincéis, giz de cera e canetas hidrocor) para aprender a segurar corretamente o lápis;
. Grandes desenhos que vão diminuindo a medida que a criança desenvolve habilidade de ombro, cotovelo e passa a adquirir destreza de punho e dedos;
. O trabalho deve ser realizado sempre da esquerda para a direita.
*Raquel Caruso é fonoaudióloga, psicopedagoga, psicomotricista e coordenadora da EDAC - Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico, além de professora convidada da Associação Brasileira de Dislexia (ABD)
Centro de Educação Infantil cultiva horta para ensinar a criançada a comer bem
O Centro de Educação Infantil (CEI) Vereador Homero Domingues da Silva, localizado no Jardim Britania, Zona Oeste, faz do cultivo da horta uma ferramenta adicional no desenvolvimento de seu projeto de Educação Nutricional. Plantando e colhendo legumes e verduras, alunos com até três anos de idade aprendem desde cedo a importância da boa alimentação e como o meio ambiente pode ser fundamental nesse processo. Existentes também em outras unidades, são programas que cada escola desenvolve de acordo com seu projeto pedagógico.
Realizado no CEI do Jardim Britania há três anos, o trabalho com a horta desperta a curiosidade dos pequenos pelas coisas que ocorrem na natureza. Eles acompanham de perto o desenvolvimento das mudas e sementes que plantam e ficam sabendo da importância do sol, da água e do solo para o crescimento de itens, como alface e rabanete, que são servidos nas refeições do CEI.
Com todas essas informações que as crianças aprendem brincando, a horta se torna um incentivo ao consumo de hortaliças. "Quando os alunos percebem que o alimento que está no prato é o mesmo que eles colheram, se sentem mais estimulados a experimentar", diz a professora Valéria Oliveira, responsável pelo projeto de Educação Nutricional na unidade.
E o aprendizado não fica só dentro da escola. Os pais também participam ativamente do projeto. Em todas as reuniões, eles recebem uma nova receita que contém verduras, frutas e legumes. Dessa forma, o que é ensinado na escola é estendido para a família, fazendo com que esses alimentos também façam parte do cardápio da criança em casa.
O teatro é outra ferramenta que faz parte do processo de educação nutricional adotado pelo CEI. Professores da unidade encenam peças onde alimentos naturais são personagens constantes, incentivando, de forma lúdica, a criançada a ficar atenta à alimentação.
Realizado no CEI do Jardim Britania há três anos, o trabalho com a horta desperta a curiosidade dos pequenos pelas coisas que ocorrem na natureza. Eles acompanham de perto o desenvolvimento das mudas e sementes que plantam e ficam sabendo da importância do sol, da água e do solo para o crescimento de itens, como alface e rabanete, que são servidos nas refeições do CEI.
Com todas essas informações que as crianças aprendem brincando, a horta se torna um incentivo ao consumo de hortaliças. "Quando os alunos percebem que o alimento que está no prato é o mesmo que eles colheram, se sentem mais estimulados a experimentar", diz a professora Valéria Oliveira, responsável pelo projeto de Educação Nutricional na unidade.
E o aprendizado não fica só dentro da escola. Os pais também participam ativamente do projeto. Em todas as reuniões, eles recebem uma nova receita que contém verduras, frutas e legumes. Dessa forma, o que é ensinado na escola é estendido para a família, fazendo com que esses alimentos também façam parte do cardápio da criança em casa.
O teatro é outra ferramenta que faz parte do processo de educação nutricional adotado pelo CEI. Professores da unidade encenam peças onde alimentos naturais são personagens constantes, incentivando, de forma lúdica, a criançada a ficar atenta à alimentação.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Casos de bronquiolite aumentam no outono e no inverno
Bebês com menos de um ano são as principais vítimas da doença, que se não for tratada pode levar à morte
Com sintomas parecidos com o de um resfriado, como dificuldades para respirar, chiado no peito, respiração ofegante, tosse seca, secreção nasal e febre, a bronquiolite é a principal causa de internação de crianças com menos de 1 ano. No Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, o número de casos de bronquiolite dobra nos meses de outono e inverno.
Doença respiratória, causada principalmente pelo vírus VSR (vírus sincicial respiratório), consiste numa inflamação dos bronquíolos (estruturas que auxiliam na condução do ar aos alvéolos, onde ocorre a oxigenação), que passam a produzir mais muco, causando obstrução na passagem do ar e, nos casos mais intensos, alterações na oxigenação.
Apesar de acometer os adultos, a bronquiolite é mais comum em crianças de até 2 anos, sendo a fase mais crítica entre os três meses e seis meses. Segundo a pediatra e alergista Fatima Rodrigues Fernandes, do Hospital Infantil Sabará, a doença costuma ser mais grave em prematuros e lactentes com doenças pulmonares crônicas ou imunodeficiências.
“Com um aparelho respiratório não formado totalmente e um sistema imunológico imaturo, essas crianças são acometidas de maneira mais grave pela doença, por isso têm mais chance de apresentar complicações”, esclarece.
Muitos pais, alerta a médica, têm dificuldade em reconhecer que a recusa da criança para comer, vômitos e irritação estão relacionados à falta de ar relacionada à bronquiolite. Na dúvida, o ideal é procurar ajuda médica.
Além do VSR, responsável por 80% dos casos da enfermidade nos pequenos, a bronquiolite também pode ser desencadeada por outros vírus. “Em outros casos, também pode ocorrer obstrução dos brônquios e bronquíolos em conseqüência de danos provocados pela inalação de poeira e ácaros, da fumaça do cigarro e gases tóxicos, que também são causas de sibilância (chiado no peito) em crianças pequenas”, lembra.
O tratamento, na maioria dos casos, se resume ao combate dos sintomas e pode ser feito em casa. “Há alguns pacientes, no entanto, que precisam de internação, pois a falta de ar é tão intensa que pode causar insuficiência respiratória, falta de oxigênio no organismo que pode levar à morte”, explica.
Ainda não existe uma vacina para controle do mal, mas há um tratamento preventivo, indicado principalmente para prematuros e bebês com doenças crônicas. Trata-se de um anticorpo que funciona como uma vacina e, de acordo com estudos, evita a hospitalização em 70% dos casos.
Altamente contagioso, o vírus sincicial se dissemina por meio de contato com a secreção de nariz, olhos e boca de pessoas infectadas. “Além de manter a casa arejada e, evitar os ambientes aglomerados, incorporar o hábito de lavar as mãos ainda é a melhor forma de prevenção”, recomenda a pediatra.
Sobre o Hospital Infantil Sabará
Tradicionalmente conhecido por sua eficiência e bons resultados, o Hospital Infantil Sabará nasceu no início dos anos 60, quando um grupo de médicos pediatras resolveu criar um serviço diferenciado. A partir daí o complexo hospitalar se firmou como centro de referência na área, sendo o primeiro hospital a inaugurar uma UTI pediátrica em 1974. Em julho de 2010, o hospital passa a atender na Avenida Angélica, nº 1.987, no bairro de Higienópolis (SP), em um novo prédio de 17 andares que tem um conceito moderno e inovador. Acesse o novo site do hospital (www.sabara.com.br).
Com sintomas parecidos com o de um resfriado, como dificuldades para respirar, chiado no peito, respiração ofegante, tosse seca, secreção nasal e febre, a bronquiolite é a principal causa de internação de crianças com menos de 1 ano. No Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, o número de casos de bronquiolite dobra nos meses de outono e inverno.
Doença respiratória, causada principalmente pelo vírus VSR (vírus sincicial respiratório), consiste numa inflamação dos bronquíolos (estruturas que auxiliam na condução do ar aos alvéolos, onde ocorre a oxigenação), que passam a produzir mais muco, causando obstrução na passagem do ar e, nos casos mais intensos, alterações na oxigenação.
Apesar de acometer os adultos, a bronquiolite é mais comum em crianças de até 2 anos, sendo a fase mais crítica entre os três meses e seis meses. Segundo a pediatra e alergista Fatima Rodrigues Fernandes, do Hospital Infantil Sabará, a doença costuma ser mais grave em prematuros e lactentes com doenças pulmonares crônicas ou imunodeficiências.
“Com um aparelho respiratório não formado totalmente e um sistema imunológico imaturo, essas crianças são acometidas de maneira mais grave pela doença, por isso têm mais chance de apresentar complicações”, esclarece.
Muitos pais, alerta a médica, têm dificuldade em reconhecer que a recusa da criança para comer, vômitos e irritação estão relacionados à falta de ar relacionada à bronquiolite. Na dúvida, o ideal é procurar ajuda médica.
Além do VSR, responsável por 80% dos casos da enfermidade nos pequenos, a bronquiolite também pode ser desencadeada por outros vírus. “Em outros casos, também pode ocorrer obstrução dos brônquios e bronquíolos em conseqüência de danos provocados pela inalação de poeira e ácaros, da fumaça do cigarro e gases tóxicos, que também são causas de sibilância (chiado no peito) em crianças pequenas”, lembra.
O tratamento, na maioria dos casos, se resume ao combate dos sintomas e pode ser feito em casa. “Há alguns pacientes, no entanto, que precisam de internação, pois a falta de ar é tão intensa que pode causar insuficiência respiratória, falta de oxigênio no organismo que pode levar à morte”, explica.
Ainda não existe uma vacina para controle do mal, mas há um tratamento preventivo, indicado principalmente para prematuros e bebês com doenças crônicas. Trata-se de um anticorpo que funciona como uma vacina e, de acordo com estudos, evita a hospitalização em 70% dos casos.
Altamente contagioso, o vírus sincicial se dissemina por meio de contato com a secreção de nariz, olhos e boca de pessoas infectadas. “Além de manter a casa arejada e, evitar os ambientes aglomerados, incorporar o hábito de lavar as mãos ainda é a melhor forma de prevenção”, recomenda a pediatra.
Sobre o Hospital Infantil Sabará
Tradicionalmente conhecido por sua eficiência e bons resultados, o Hospital Infantil Sabará nasceu no início dos anos 60, quando um grupo de médicos pediatras resolveu criar um serviço diferenciado. A partir daí o complexo hospitalar se firmou como centro de referência na área, sendo o primeiro hospital a inaugurar uma UTI pediátrica em 1974. Em julho de 2010, o hospital passa a atender na Avenida Angélica, nº 1.987, no bairro de Higienópolis (SP), em um novo prédio de 17 andares que tem um conceito moderno e inovador. Acesse o novo site do hospital (www.sabara.com.br).
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Grupo Peraltas anuncia pacotes e temas para as férias de Julho
Copa do Mundo, Olimpíadas, escola de magia, Avatar e cinema, serão temas desenvolvidos no acampamento.
Faltam um pouco menos de 3 meses para as férias de Julho e já está na hora de se programar para o acampamento de inverno. Para esta temporada o acampamento Peraltas terá temas como, por exemplo, a Copa do Mundo, as Olimpíadas, Escola de Magia, Avatar, Câmera e Ação, entre outros.
O Acampamento de Férias é o point de adolescentes e crianças que gostam de fazer novas amizades, participar de atividades esportivas e lazer preparadas especialmente para eles. Neste período eles aprendem a ter mais autonomia, curtem a natureza bem de perto, fazem novas amizades, trocam experiência e ficam um tempo longe de TVs, videogame, computadores e a rotina das cidades.
Acompanhados de monitores a garotada participa de semanas temáticas, brincadeiras, festas e passeios. A diversão é registrada em fotos e imagens que são trocadas através de blogs, portais de relacionamento e álbuns on line.
O Acampamento Peraltas fica em Brotas, no interior de São Paulo, que está instalado dentro de uma fazenda com 30 alqueires. O local tem mini zôo com várias espécies, passeios a cavalo, trole, parque aquático com cinco piscinas, sendo 3 climatizadas, 3 toboaguas, futebol de sabão, piscina natural com 2 tirolesas, campo de paintball, quadras de tênis, ginásio poli-esportivo, muro de escalada, touro mecânico, cama elástica, 3 campos de futebol, 3 quadras de esportes (volley, futsal, entre outros...), 2 playgrounds, discoteca profissional, micareta, Karaokê, passeio de balão, além de outras.
Como a cidade é conhecida como a ‘capital dos esportes de aventura’, o acampamento oferece atividades opcionais como arvorismo, rafting, floating, cascading, bóia-cross, entre outras. Também é possível fazer atividades na Fundação C.E.U (Centro de Estudos do Universo), o maior complexo astronômico da América Latina, com sessão de planetário e observação noturna em telescópio de última geração.
Para julho de 2010 os valores dos pacotes no Acampamento Peraltas variam - dependendo da quantidade de dias - entre R$ 1.236,00, em período de 5 dias e R$ 1.690,00 por 7 dias, com a possibilidade de promoção em caso de reservas antecipadas e pagamentos em até 6 vezes sem juros. O acampamento recebe crianças e adolescentes de 4 a 16 anos. Os pacotes com 5 ou mais dias, incluem uma camiseta das férias, uma atividade de arvorismo, uma atividade no C.E.U e também baladas e festas, cada noite uma atividade temática, direcionada as diferentes faixas etárias. Reservas e mais informações pelos telefones (11)3035 1900 ou 4003 2145 ou no site http://www.peraltas.com.br/temporada/.
Faltam um pouco menos de 3 meses para as férias de Julho e já está na hora de se programar para o acampamento de inverno. Para esta temporada o acampamento Peraltas terá temas como, por exemplo, a Copa do Mundo, as Olimpíadas, Escola de Magia, Avatar, Câmera e Ação, entre outros.
O Acampamento de Férias é o point de adolescentes e crianças que gostam de fazer novas amizades, participar de atividades esportivas e lazer preparadas especialmente para eles. Neste período eles aprendem a ter mais autonomia, curtem a natureza bem de perto, fazem novas amizades, trocam experiência e ficam um tempo longe de TVs, videogame, computadores e a rotina das cidades.
Acompanhados de monitores a garotada participa de semanas temáticas, brincadeiras, festas e passeios. A diversão é registrada em fotos e imagens que são trocadas através de blogs, portais de relacionamento e álbuns on line.
O Acampamento Peraltas fica em Brotas, no interior de São Paulo, que está instalado dentro de uma fazenda com 30 alqueires. O local tem mini zôo com várias espécies, passeios a cavalo, trole, parque aquático com cinco piscinas, sendo 3 climatizadas, 3 toboaguas, futebol de sabão, piscina natural com 2 tirolesas, campo de paintball, quadras de tênis, ginásio poli-esportivo, muro de escalada, touro mecânico, cama elástica, 3 campos de futebol, 3 quadras de esportes (volley, futsal, entre outros...), 2 playgrounds, discoteca profissional, micareta, Karaokê, passeio de balão, além de outras.
Como a cidade é conhecida como a ‘capital dos esportes de aventura’, o acampamento oferece atividades opcionais como arvorismo, rafting, floating, cascading, bóia-cross, entre outras. Também é possível fazer atividades na Fundação C.E.U (Centro de Estudos do Universo), o maior complexo astronômico da América Latina, com sessão de planetário e observação noturna em telescópio de última geração.
Para julho de 2010 os valores dos pacotes no Acampamento Peraltas variam - dependendo da quantidade de dias - entre R$ 1.236,00, em período de 5 dias e R$ 1.690,00 por 7 dias, com a possibilidade de promoção em caso de reservas antecipadas e pagamentos em até 6 vezes sem juros. O acampamento recebe crianças e adolescentes de 4 a 16 anos. Os pacotes com 5 ou mais dias, incluem uma camiseta das férias, uma atividade de arvorismo, uma atividade no C.E.U e também baladas e festas, cada noite uma atividade temática, direcionada as diferentes faixas etárias. Reservas e mais informações pelos telefones (11)3035 1900 ou 4003 2145 ou no site http://www.peraltas.com.br/temporada/.
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