“O conceito de Valor Compartilhado – cujo foco é a relação entre o progresso social e o econômico – tem o poder de deflagrar a primeira onda de crescimento mundial”
Há uma nova competência que toda organização pública ou privada deve ter, principalmente as de grande porte. Essa nova competência está brilhantemente descrita na Harvard Business Review BRASIL (1). “Os autores, Michael E. Porter, professor da Harvard Business School, e seu colega Mark R. Kramer, consultor especializado em impacto social, abordam um tema bem distinto: repensar a natureza da empresa. Segunda a dupla, os novos desafios do planeta exigem que a empresa busque o “Valor Compartilhado” – ou seja, que inove e gere valor econômico de uma maneira que também atenda aos anseios da sociedade (com o enfrentamento de suas necessidades e desafios). É preciso reconectar o sucesso da empresa ao progresso social. Valor Compartilhado não é responsabilidade social, filantropia ou mesmo sustentabilidade, mas uma nova forma de obter sucesso econômico. Para que o valor compartilhado se materialize, líderes e gerentes terão de adquirir novas habilidades e conhecimentos. Já o poder público precisa aprender a regular de modo a fomentar - e não obstruir – o valor compartilhado”.
Portanto, se a organização definir o Valor Compartilhado como uma das suas competências essenciais, ela, certamente, terá um valor que será percebido pelo cliente ou usuário de seus produtos e serviços, terá também a competência para diferenciar a organização de seus competidores e para adquirir a capacidade de expansão.
Ao falarmos sobre competências essenciais, e bom lembrar a questão do foco, como nos ensina Hamel e Prahalad, no livro - Competindo pelo Futuro. “Em termos práticos, se, durante o processo de definição das competências, uma equipe de gerentes identifica quarenta, cinquenta ou mais “competências”, provavelmente está descrevendo habilidades e tecnologias, e não as competências essenciais da organização. Por outro lado, se listar apenas uma ou duas competências, provavelmente está usando um nível de agregação demasiadamente amplo para gerar insights significativos. Normalmente o nível de agregação mais útil resulta em cinco a quinze competências essenciais.” ...
Estamos convencidos de que, entre as cinco ou quinze competências essenciais, deverá estar o Valor Compartilhado. E, logicamente, para implementarem as competências essenciais, os líderes, gestores e profissionais das organizações precisam eliminar seus gap’s de competências, conforme preconiza a Norma ISO 10015.
1. Excertos de Harvard Business Review BRASIL – Janeiro de 2011 pág. 18 e 19.
Saiba mais: Para conhecer melhor a Norma ISO 10015, acesse o site: http://www.tgtreinamento.com.br/ e o Blog: Quase tudo sobre a ISO 10015
Brinde:
Receba gratuitamente um Reprint do artigo “Criação do Valor Compartilhado”.Envie seu pedido para guimaraes@tgtreinamento.com.br mencionando seu nome, endereço postal, e.mail e telefone. Oferta válida até 15/02/2011. Após essa data, os interessados podem solicitar informações sobre como adquirir o Reprint R1101B-P
ESCUTE A ENTREVISTA DO PROFESSOR SEBASTIÃO GUIMARÃES AO PROGRAMA LINHA DE FRENTE NA RÁDIO RH - http://www.radiorh.com.br/podcasts.php?id_entrev=310
CURSO:
Objetivos:
• Dar, ao profissional de RH e T&D, diretrizes para implementar programas de treinamento que atendam as necessidades da organização.
• Os participantes terão, também, a oportunidade de conhecer processos para avaliar resultados e o retorno do investimento em treinamento.
Diretrizes para treinamento
• DNT - Definição das Necessidades de Treinamento • Projeto e planejamento do treinamento • Execução do treinamento • Monitoração e melhoria do processo de treinamento
Avaliação dos resultados de treinamento
• Avaliação de Reação • Avaliação de Aprendizagem • Avaliação de mudança de comportamento • Avaliação de Resultados Qualitativos e Quantitativos
Avaliação do retorno do investimento em treinamento
• Indicadores para avaliar resultados • ROI – Retorno do investimento.
O RH Estratégico e a norma ISO 10015
• A ISO 10015 como auxiliar das normas de Gestão • Processo de implementação da norma ISO 10015
Recursos Instrucionais: Norma NBR ISO 10015 apostila, textos para estudo dirigido, modelos de avaliações e slides. Os participantes receberão, também, o livro: “Em Busca da Eficácia em Treinamento” – de autoria dos facilitadores do workshop.
Publico Alvo:
Diretores e Gerentes de RH, Analistas de Treinamento, Consultores internos, Tecnólogos de RH, Instrutores, Facilitadores e Profissionais que atuam na área de Gestão da Qualidade. Destina-se, também, aos Empresários, Diretores, Gestores, Consultores, Auditores, Professores Universitários e demais interessados na obtenção de resultados mensuráveis na Gestão de Pessoas.
CARGA HORÁRIA E TIPO DE EVENTO:
Palestra: 4h - Workshop: 8, 12 ou 16h, conforme necessidade e interesse da organização solicitante.
INVESTIMENTO:
Para workshop in company de 16h (dois dias), condições especiais, para turma de 6 até 15 participantes.
Solicite proposta: treinamento@tgtreinamento.com.br - http://www.tgtreinamento.com.br/
Fones:
(11) 9891.6266 / 7565.8025 / 2296-6038
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Você É, Realmente, Profissional de RH?
Para ser profissional de RH, competente, duas condições são necessárias:
1ª - Você precisa agir estrategicamente
2ª - Você deve obter resultado para a organização – muito resultado!
Como agir
Mesmo que o RH da empresa não seja estratégico, você deve agir estrategicamente Você precisa alinhar as atividades da área de RH com as estratégias da organização. Você tem que responder, de forma convincente, à pergunta: Que resultado a empresa espera do RH?
Como obter resultados
Para obter resultados, é muito simples - basta eliminar seus gap’s, suas lacunas de competência. Os gap’s a serem eliminados são poucos, e na maioria das vezes, estão relacionados com o desconhecimento de algumas boas práticas de RH. É, também, simples explicar porque muitos profissionais de RH não obtêm o resultado esperado. Uma das respostas é dada pela pesquisa que a ABTD fez em 2009. De acordo com essa pesquisa, os profissionais de RH são os que menos recebem treinamento. É bom lembrar que o profissional de RH é profissional do conhecimento, e como tal deve se reciclar constantemente – o ideal, para que ele atinja o nível de excelência, é uma reciclagem equivalente a 160 horas de treinamento, por ano.
Outro fato que devemos considerar é o “enxugamento” exagerado da área de RH. Há um dado estatístico informando (1) que em 1995, havia, em média, 169 treinandos para cada profissional de RH; e que, em 2004, passou a ter 196. Nessas condições, as dificuldades dos profissionais de RH são muitas, principalmente para dispor de tempo discricionário. O consultor americano Peter Howes, Chief Executive Officer, da Infohrm Pty Ltd, falando sobre o assunto, diz o seguinte: “No RH não há tempo discricionário suficiente. Deveria ser de 70%”
O profissional de RH, de modo geral, não tem tempo para se dedicar às atividades que realmente são importantes. Precisa de tempo discricionário para identificar o que realmente quer e precisa fazer para atrair, manter e desenvolver as pessoas que desempenham atividades para a organização, conforme o princípio base do sistema de gestão de recursos humanos(2) Como todo profissional do conhecimento, o profissional de RH precisa de tempo, principalmente, para obter o resultado esperado pela organização. Para tanto ele precisa:
· Utilizar métricas para avaliar resultados
· Implementar as diretrizes da Norma ISO 10015.
Métricas para avaliar
“Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora” - Joseph Juran
“Medir é importante: o que não é medido não é gerenciado” - Kaplan e Norton
“Qualquer coisa que vale a pena fazer, vale a pena medir” – Peter Copezio e Debra Morehouse
Conforme sugerem as afirmações acima, o profissional de RH precisa ter um sólido conhecimento sobre métricas, para poder avaliar e valorizar todas as ações relacionadas com o desenvolvimento das competências da organização. No caso específico de T e D, não é mais admissível que se faça apenas a avaliação de reação dos eventos de treinamento. É preciso avaliar a aprendizagem, a mudança de comportamento, os resultados qualitativos e quantitativos e, também o retorno do investimento em treinamento.
Diretrizes da Norma ISO 10015
É bom lembrar a importância de o profissional de RH conhecer as boas práticas que as empresas bem sucedidas estão implementado.
O profissional de RH não pode mais ignorar uma das principais boas práticas de RH - as diretrizes dadas pela Norma ISO 10015. Seguindo as diretrizes da ISO 10015 é relativamente fácil alinhar o plano de Recursos Humanos – People Plan - com o plano global da empresa, e implementar as boas práticas que dão resultados significativos e mensuráveis.
Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br
http://www.tgtreinamento.com.br/
1ª - Você precisa agir estrategicamente
2ª - Você deve obter resultado para a organização – muito resultado!
Como agir
Mesmo que o RH da empresa não seja estratégico, você deve agir estrategicamente Você precisa alinhar as atividades da área de RH com as estratégias da organização. Você tem que responder, de forma convincente, à pergunta: Que resultado a empresa espera do RH?
Como obter resultados
Para obter resultados, é muito simples - basta eliminar seus gap’s, suas lacunas de competência. Os gap’s a serem eliminados são poucos, e na maioria das vezes, estão relacionados com o desconhecimento de algumas boas práticas de RH. É, também, simples explicar porque muitos profissionais de RH não obtêm o resultado esperado. Uma das respostas é dada pela pesquisa que a ABTD fez em 2009. De acordo com essa pesquisa, os profissionais de RH são os que menos recebem treinamento. É bom lembrar que o profissional de RH é profissional do conhecimento, e como tal deve se reciclar constantemente – o ideal, para que ele atinja o nível de excelência, é uma reciclagem equivalente a 160 horas de treinamento, por ano.
Outro fato que devemos considerar é o “enxugamento” exagerado da área de RH. Há um dado estatístico informando (1) que em 1995, havia, em média, 169 treinandos para cada profissional de RH; e que, em 2004, passou a ter 196. Nessas condições, as dificuldades dos profissionais de RH são muitas, principalmente para dispor de tempo discricionário. O consultor americano Peter Howes, Chief Executive Officer, da Infohrm Pty Ltd, falando sobre o assunto, diz o seguinte: “No RH não há tempo discricionário suficiente. Deveria ser de 70%”
O profissional de RH, de modo geral, não tem tempo para se dedicar às atividades que realmente são importantes. Precisa de tempo discricionário para identificar o que realmente quer e precisa fazer para atrair, manter e desenvolver as pessoas que desempenham atividades para a organização, conforme o princípio base do sistema de gestão de recursos humanos(2) Como todo profissional do conhecimento, o profissional de RH precisa de tempo, principalmente, para obter o resultado esperado pela organização. Para tanto ele precisa:
· Utilizar métricas para avaliar resultados
· Implementar as diretrizes da Norma ISO 10015.
Métricas para avaliar
“Quem não mede não gerencia. Quem não gerencia não melhora” - Joseph Juran
“Medir é importante: o que não é medido não é gerenciado” - Kaplan e Norton
“Qualquer coisa que vale a pena fazer, vale a pena medir” – Peter Copezio e Debra Morehouse
Conforme sugerem as afirmações acima, o profissional de RH precisa ter um sólido conhecimento sobre métricas, para poder avaliar e valorizar todas as ações relacionadas com o desenvolvimento das competências da organização. No caso específico de T e D, não é mais admissível que se faça apenas a avaliação de reação dos eventos de treinamento. É preciso avaliar a aprendizagem, a mudança de comportamento, os resultados qualitativos e quantitativos e, também o retorno do investimento em treinamento.
Diretrizes da Norma ISO 10015
É bom lembrar a importância de o profissional de RH conhecer as boas práticas que as empresas bem sucedidas estão implementado.
O profissional de RH não pode mais ignorar uma das principais boas práticas de RH - as diretrizes dadas pela Norma ISO 10015. Seguindo as diretrizes da ISO 10015 é relativamente fácil alinhar o plano de Recursos Humanos – People Plan - com o plano global da empresa, e implementar as boas práticas que dão resultados significativos e mensuráveis.
Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br
http://www.tgtreinamento.com.br/
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O QUE URGENTE E O QUE É IMPORTANTE NA VIDA?
Com a vida corrida diária às vezes nos vemos atrapalhados sem saber ao certo como agir em diversas situações.
Como dividir o tempo durante o dia, de modo que todas as tarefas sejam executadas com êxito? Se pararmos para dar atenção aos nossos filhos ou para cuidarmos da nossa aparência, quantas atribuições ficarão incompletas no final do período?
Segundo Sérgio Guimarães, consultor das empresas T&G Treinamento e Academia do Tempo, se as pessoas conseguissem definir o que é urgente e o que é importante na vida, o tempo seria melhor distribuído, aumentando as chances de concluir aquela lista enorme de pendências e com um resultado muito mais satisfatório.
Mas como atingir este objetivo? Como descartar o que não é importante e nem urgente?
Sérgio dá dicas preciosas sobre o assunto. Durante seus cursos ele detalha alguns ítens que julga interessantes para exemplificar interesses inúteis que fazem com que executivos e profissionais de diversas áreas desperdicem seu tempo, diminuindo assim a sua performance profissional. Na lista, hábitos inadequados como questões suscitadas por outras pessoas, interrupções através de telefonemas inúteis, reuniões sem necessidade, conversa fiada nos corredores, ilustram o ranking da perda de tempo nas empresas e na vida. Estes desperdiçadores de tempo é que desviam as pessoas de suas metas.
Os grandes executivos e empresários, já descobriram como administrar o seu tempo. Eles conseguem dividir o dia em frações para cada personagem que ocupa o seu indivíduo.
Guimarães ensina como fazer de tudo um pouco, sem perder o fio da meada. Em seu vídeo "Administração do Tempo" ele mostra que devemos relacionar todos os nossos personagens (pai, filho, esposo, atleta, empresário, etc.) e distribuir o tempo durante os dias e semanas, para as tarefas de cada um. Salienta a importância de identificar o que é importante do que é urgente, pois a maioria se confunde nesses dois itens criando percalços pelo caminho e perdendo o foco dos seus objetivos. Uma boa dose de disciplina para seguir à risca a lista de tarefas de cada personagem é um dos principais ingredientes para o sucesso profissional e pessoal.
Sérgio Guimarães é Publicitário. Desde 1991 atua como palestrante e facilitador em programas de desenvolvimento profissional para empresas como Vivo, Leroy Merlin, HP, IBM, Laboratório Eli-Lilly e Ford (Divisão de Caminhões) e entidades como ADVB, Federação e Centro do Comércio do Estado de São Paulo, Sincomavi, Sincofarma, Sincor, Aprag, Sebrae/SP e Sebrae/PR. Autor dos Livros "Economia e Mercados" e "Administração e Controles". É colaborador da revista Revenda. Professor do curso de pós-graduação da Universidade São Judas - "Gestão da Qualidade em Alimentos" e professor convidado da Fea/Unicamp.
Mais informações no site: http://www.academiadotempo.com.br/
Como dividir o tempo durante o dia, de modo que todas as tarefas sejam executadas com êxito? Se pararmos para dar atenção aos nossos filhos ou para cuidarmos da nossa aparência, quantas atribuições ficarão incompletas no final do período?
Segundo Sérgio Guimarães, consultor das empresas T&G Treinamento e Academia do Tempo, se as pessoas conseguissem definir o que é urgente e o que é importante na vida, o tempo seria melhor distribuído, aumentando as chances de concluir aquela lista enorme de pendências e com um resultado muito mais satisfatório.
Mas como atingir este objetivo? Como descartar o que não é importante e nem urgente?
Sérgio dá dicas preciosas sobre o assunto. Durante seus cursos ele detalha alguns ítens que julga interessantes para exemplificar interesses inúteis que fazem com que executivos e profissionais de diversas áreas desperdicem seu tempo, diminuindo assim a sua performance profissional. Na lista, hábitos inadequados como questões suscitadas por outras pessoas, interrupções através de telefonemas inúteis, reuniões sem necessidade, conversa fiada nos corredores, ilustram o ranking da perda de tempo nas empresas e na vida. Estes desperdiçadores de tempo é que desviam as pessoas de suas metas.
Os grandes executivos e empresários, já descobriram como administrar o seu tempo. Eles conseguem dividir o dia em frações para cada personagem que ocupa o seu indivíduo.
Guimarães ensina como fazer de tudo um pouco, sem perder o fio da meada. Em seu vídeo "Administração do Tempo" ele mostra que devemos relacionar todos os nossos personagens (pai, filho, esposo, atleta, empresário, etc.) e distribuir o tempo durante os dias e semanas, para as tarefas de cada um. Salienta a importância de identificar o que é importante do que é urgente, pois a maioria se confunde nesses dois itens criando percalços pelo caminho e perdendo o foco dos seus objetivos. Uma boa dose de disciplina para seguir à risca a lista de tarefas de cada personagem é um dos principais ingredientes para o sucesso profissional e pessoal.
Sérgio Guimarães é Publicitário. Desde 1991 atua como palestrante e facilitador em programas de desenvolvimento profissional para empresas como Vivo, Leroy Merlin, HP, IBM, Laboratório Eli-Lilly e Ford (Divisão de Caminhões) e entidades como ADVB, Federação e Centro do Comércio do Estado de São Paulo, Sincomavi, Sincofarma, Sincor, Aprag, Sebrae/SP e Sebrae/PR. Autor dos Livros "Economia e Mercados" e "Administração e Controles". É colaborador da revista Revenda. Professor do curso de pós-graduação da Universidade São Judas - "Gestão da Qualidade em Alimentos" e professor convidado da Fea/Unicamp.
Mais informações no site: http://www.academiadotempo.com.br/
EM BUSCA DA EXCELÊNCIA EM TREINAMENTO AS EMPRESAS QUEREM O CERTIFICADO ISO 10015
AUMENTA O NÚMERO DE EMPRESAS EM BUSCA DA CERTIFICAÇÃO ISO 10015
Não basta apenas treinar os profissionais para determinadas áreas, sem antes analisar o perfil adequado e a devida aplicação do treinamento.
A Norma ISO 10015 define as necessidades; projeto e planejamento; execução, monitoração e melhoria dos processos de treinamento. As grandes e médias empresas do país, já estão se adequando a esta norma e alcançando objetivos favoráveis, pois, com suas diretrizes é possível fazer as avaliações dos resultados de treinamento; medir a reação; a aprendizagem; a mudança de comportamento; os resultados qualitativos e quantitativos; o retorno do investimento em treinamento e definir os indicadores para avaliar resultados.
Recentemente, um encontro que reuniu Escolas dos Tribunais de Contas de todo o país, sediado em Mato Grosso do Sul, mostrou o quanto é importante essa discussão e troca de informações. Segundo o presidente do TCE/MS Cícero Antônio de Souza, este tipo de encontro estimula a importância de debater-se a educação corporativa com base nas diretrizes da ISO 10015, que enfatiza a contribuição do treinamento, para a melhoria contínua das instituições.
Para o Professor Sebastião Guimarães, consultor da T&G Treinamento e especialista em ISO 10015, hoje o treinamento e desenvolvimento é um recurso estratégico das empresas, porque para se chegar aos resultados, os profissionais precisam se desenvolver no sentido de mostrar que o seu trabalho realmente agrega valor. E para tanto eles precisam mensurar esses resultados e a tendência hoje nas grandes empresas é medir tudo, de lucro a prejuízo, citando que essa cultura precisa chegar à área de treinamento e desenvolvimento. “Nós precisamos mudar conceitos. O conceito que prevalece é o de despesa, que treinamento é caro, é um luxo. Quando na verdade é um ótimo investimento, porque você devolve o recurso mais valioso da organização que é o capital humano.” Declarou o Professor.
A empresa T&G Treinamento é uma das poucas no Brasil, que fornece cursos e workshops sobre a Norma ISO 10015. Maiores informações podem ser obtidas através do site www.tgtreinamento.com.br e artigos sobre o assunto, podem ser solicitados através do e-mail tgtreinamento@hotmail.com. A empresa também está tirando as dúvidas dos internautas, através dos vídeos disponíveis no canal www.youtube.com.br/tgtreinamento.
O Professor Sebastião Guimarães (foto) é Consultor com cursos de especialização em Qualidade Total pela The George Washington University. É professor do curso de pós-graduação da Universidade São judas - "Gestão pela Qualidade em Alimentos" e professor convidado da Fea/Unicamp; foi chefe de treinamento da Mercedes Benz; gerente do programa - Qualidade Total do Sebrae/SP e foi o primeiro brasileiro a escrever um livro sobre a norma ISO 10015.
Não basta apenas treinar os profissionais para determinadas áreas, sem antes analisar o perfil adequado e a devida aplicação do treinamento.
A Norma ISO 10015 define as necessidades; projeto e planejamento; execução, monitoração e melhoria dos processos de treinamento. As grandes e médias empresas do país, já estão se adequando a esta norma e alcançando objetivos favoráveis, pois, com suas diretrizes é possível fazer as avaliações dos resultados de treinamento; medir a reação; a aprendizagem; a mudança de comportamento; os resultados qualitativos e quantitativos; o retorno do investimento em treinamento e definir os indicadores para avaliar resultados.
Recentemente, um encontro que reuniu Escolas dos Tribunais de Contas de todo o país, sediado em Mato Grosso do Sul, mostrou o quanto é importante essa discussão e troca de informações. Segundo o presidente do TCE/MS Cícero Antônio de Souza, este tipo de encontro estimula a importância de debater-se a educação corporativa com base nas diretrizes da ISO 10015, que enfatiza a contribuição do treinamento, para a melhoria contínua das instituições.
Para o Professor Sebastião Guimarães, consultor da T&G Treinamento e especialista em ISO 10015, hoje o treinamento e desenvolvimento é um recurso estratégico das empresas, porque para se chegar aos resultados, os profissionais precisam se desenvolver no sentido de mostrar que o seu trabalho realmente agrega valor. E para tanto eles precisam mensurar esses resultados e a tendência hoje nas grandes empresas é medir tudo, de lucro a prejuízo, citando que essa cultura precisa chegar à área de treinamento e desenvolvimento. “Nós precisamos mudar conceitos. O conceito que prevalece é o de despesa, que treinamento é caro, é um luxo. Quando na verdade é um ótimo investimento, porque você devolve o recurso mais valioso da organização que é o capital humano.” Declarou o Professor.
A empresa T&G Treinamento é uma das poucas no Brasil, que fornece cursos e workshops sobre a Norma ISO 10015. Maiores informações podem ser obtidas através do site www.tgtreinamento.com.br e artigos sobre o assunto, podem ser solicitados através do e-mail tgtreinamento@hotmail.com. A empresa também está tirando as dúvidas dos internautas, através dos vídeos disponíveis no canal www.youtube.com.br/tgtreinamento.
O Professor Sebastião Guimarães (foto) é Consultor com cursos de especialização em Qualidade Total pela The George Washington University. É professor do curso de pós-graduação da Universidade São judas - "Gestão pela Qualidade em Alimentos" e professor convidado da Fea/Unicamp; foi chefe de treinamento da Mercedes Benz; gerente do programa - Qualidade Total do Sebrae/SP e foi o primeiro brasileiro a escrever um livro sobre a norma ISO 10015.
domingo, 13 de junho de 2010
ISO 10015 e 9001: Diretrizes para Treinamento e as Normas de Gestão
Os professores Sebastião Guimarães e Jorge de Paiva Campos, da T&G Treinamento, realizarão um workshop sobre ISO 10015 e 9001 com o tema de Diretrizes para Treinamento e as Normas de Gestão:
Objetivos:
interpretar o conteúdo da norma NBR ISO 9001:2008 e de outras normas de gestão sob a ótica do RH
Conteúdo programático:
Norma ISO 10015: Diretrizes para treinamento
DNT - Definição das Necessidades de Treinamento
Monitoração e melhoria do processo de treinamento
Avaliação dos resultados de treinamento
Avaliação de Reação
Avaliação de Aprendizagem
Avaliação de mudança de comportamento
Avaliação de Resultados Qualitativos e Quantitativos
Avaliação do retorno do investimento em treinamento
Indicadores para avaliar resultados
ROI – Retorno do investimento.
O RH Estratégico e a norma ISO 10015
Processo de implementação da norma ISO 10015
As normas de gestão e a correlação com a ISO 10015
Qualidade requerida X realidade
Análise e interpretação dos requisitos da ISO 9001:2008
Objetivo e aplicação da ISO 9001:2008 no RH
Abordagem da norma por processo
Mapeamento de Processos
Estrutura da documentação
Sistema de gestão da qualidade
Requisitos do sistema
Responsabilidade da direção e a atuação do RH Estratégico
Gestão de recursos
Realização do produto X capacitação necessária
Medição, análise e melhoria
Recursos Instrucionais: Norma NBR ISO 10015 e ISO 9001:2008 apostila, textos para estudo dirigido, modelos de avaliações e slides. Os participantes receberão, também, o livro: “Em Busca da Eficácia em Treinamento” – de autoria dos facilitadores do workshop.
Público alvo: Diretores e Gerentes de RH, Analistas de Treinamento, Consultores internos, Tecnólogos de RH, Instrutores, Facilitadores e Profissionais que atuam na área de Gestão da Qualidade. Destina-se, também, aos Empresários, Diretores, Gestores, Consultores, Auditores, Professores Universitários e demais interessados na obtenção de resultados mensuráveis na Gestão de Pessoas e na Gestão da Qualidade.
Período, local:
Dias 5 e 6 de Julho de 2010 – 2ª e 3ª feira – Das 8h30 às 17h30 Em São Paulo – SP
Informações e inscrições:
http://www.tgtreinamento.com.br/
Fone: (11) 9952.0634 e 2296.6038
Investimento: R$1.550,00
Sobre os Facilitadores:
Objetivos:
Dar, ao participante, diretrizes para implementar programas de treinamento que atendam as reais necessidades da organização.
O participante terá, também, a oportunidade de conhecer processos eficazes para avaliar resultados e o retorno do investimento em treinamento.
interpretar o conteúdo da norma NBR ISO 9001:2008 e de outras normas de gestão sob a ótica do RH
Ao final do workshop, o profissional de RH estará orientado para atender aos requisitos exigidos nas auditorias de certificação da Qualidade.
Conteúdo programático:
Norma ISO 10015: Diretrizes para treinamento
DNT - Definição das Necessidades de Treinamento
Projeto e planejamento do treinamento
Execução do treinamento Monitoração e melhoria do processo de treinamento
Avaliação dos resultados de treinamento
Avaliação de Reação
Avaliação de Aprendizagem
Avaliação de mudança de comportamento
Avaliação de Resultados Qualitativos e Quantitativos
Avaliação do retorno do investimento em treinamento
Indicadores para avaliar resultados
ROI – Retorno do investimento.
O RH Estratégico e a norma ISO 10015
Processo de implementação da norma ISO 10015
As normas de gestão e a correlação com a ISO 10015
Qualidade requerida X realidade
Análise e interpretação dos requisitos da ISO 9001:2008
Objetivo e aplicação da ISO 9001:2008 no RH
Abordagem da norma por processo
Mapeamento de Processos
Estrutura da documentação
Sistema de gestão da qualidade
Requisitos do sistema
Responsabilidade da direção e a atuação do RH Estratégico
Gestão de recursos
Realização do produto X capacitação necessária
Medição, análise e melhoria
Recursos Instrucionais: Norma NBR ISO 10015 e ISO 9001:2008 apostila, textos para estudo dirigido, modelos de avaliações e slides. Os participantes receberão, também, o livro: “Em Busca da Eficácia em Treinamento” – de autoria dos facilitadores do workshop.
Público alvo: Diretores e Gerentes de RH, Analistas de Treinamento, Consultores internos, Tecnólogos de RH, Instrutores, Facilitadores e Profissionais que atuam na área de Gestão da Qualidade. Destina-se, também, aos Empresários, Diretores, Gestores, Consultores, Auditores, Professores Universitários e demais interessados na obtenção de resultados mensuráveis na Gestão de Pessoas e na Gestão da Qualidade.
Período, local:
Dias 5 e 6 de Julho de 2010 – 2ª e 3ª feira – Das 8h30 às 17h30 Em São Paulo – SP
Informações e inscrições:
http://www.tgtreinamento.com.br/
Fone: (11) 9952.0634 e 2296.6038
Investimento: R$1.550,00
Sobre os Facilitadores:
Sebastião Guimarães - Consultor titular da T&G Treinamento. Autor de diversos livros didáticos e técnicos publicados pelas editoras: Ática e Saraiva.
Vivência profissional como Professor de curso de pós-graduação e de extensão, das Universidades: São Judas e Fea/Unicamp, Orientador de Ensino do Senac-SP, Coordenador de Treinamento Empresarial do CCESP, Gerente de Divisão de Treinamento da Mercedes Benz do Brasil, Gerente do Programa de Gestão da Qualidade Total do Sebrae – SP.
Atua em Engenharia de Produção há mais de vinte anos, tem Mestrado em Gestão da Qualidade Total pela FEM-Unicamp, possui Especialização em Total Productive Maintenance - TPM e em Ferramentas Básicas da Qualidade pela FCAV – POLI / USP.
É Professor Universitário, Pedagogo, Consultor "Ad hoc" habilitado pelo CNPq, Consultor do Sebrae-SP para o Programa Rumo à ISO e Diretor de Cursos da Ábaco Engenharia, Assessoria e Consultoria Empresarial.
sábado, 29 de maio de 2010
NBR ISO 10015 – Diretrizes para Treinamentos
Corporativa Brasil realiza, no dia 05 de Junho, em São Paulo, a 4ª Edição do Treinamento NBR ISO 10015.
O treinamento tem como objetivo fornecer aos participantes diretrizes para implementar programas e treinamentos eficazes de acordo com a norma ISO 10015, contribuindo para que estes sejam um investimento e não uma despesa para a organização.
Prof. Márcio A. Silva, business consultant training da Corporativa Brasil, com todo o seu dinamismo, didática e interatividade com os participantes discorrerá sobre assuntos como: Diretrizes para treinamento, Definição das Necessidades de Treinamento, Projeto e planejamento do treinamento, Avaliação dos resultados do treinamento, Responsáveis pela implementação da norma ISO 10015, Avaliação do Retorno do Investimento – ROI, Indicadores para avaliar resultados de treinamento, entre outros.
“Gostei muito do curso no sábado. Para mim não foi nem um pouco cansativo, pois tudo era novo e muito interessante. Será muito útil no meu trabalho”, comenta Neila de Faria Ribeiro Campacci da Portugal Telecom Inovação Brasil.
Público-Alvo: Gerentes de RH, Coordenadores e Analistas de Treinamento, Instrutores, Facilitadores, Supervisores, Líderes, Empresários, Estudantes e outros que tenham interesse na gestão de pessoas terão acesso a instrumentos eficazes para avaliar resultados do treinamento e o retorno do investimento.
Data: 05 de Junho de 2010
Horário: das 08:30 às 17:30
Local: Comfort Suites Oscar Freire, Atlantica Hotels International - Rua Oscar Freire, 1948 - Pinheiros -São Paulo/SP
Informações: http://www.corporativabrasil.com.br/cursos_abertos_3.html
Inscrições: http://www.corporativabrasil.com.br/page_13.html
Contato: (11) 3081-1156 / 2589-1460, ou através do e-mail contato@corporativabrasil.com.br
O treinamento tem como objetivo fornecer aos participantes diretrizes para implementar programas e treinamentos eficazes de acordo com a norma ISO 10015, contribuindo para que estes sejam um investimento e não uma despesa para a organização.
Prof. Márcio A. Silva, business consultant training da Corporativa Brasil, com todo o seu dinamismo, didática e interatividade com os participantes discorrerá sobre assuntos como: Diretrizes para treinamento, Definição das Necessidades de Treinamento, Projeto e planejamento do treinamento, Avaliação dos resultados do treinamento, Responsáveis pela implementação da norma ISO 10015, Avaliação do Retorno do Investimento – ROI, Indicadores para avaliar resultados de treinamento, entre outros.
“Gostei muito do curso no sábado. Para mim não foi nem um pouco cansativo, pois tudo era novo e muito interessante. Será muito útil no meu trabalho”, comenta Neila de Faria Ribeiro Campacci da Portugal Telecom Inovação Brasil.
Público-Alvo: Gerentes de RH, Coordenadores e Analistas de Treinamento, Instrutores, Facilitadores, Supervisores, Líderes, Empresários, Estudantes e outros que tenham interesse na gestão de pessoas terão acesso a instrumentos eficazes para avaliar resultados do treinamento e o retorno do investimento.
Data: 05 de Junho de 2010
Horário: das 08:30 às 17:30
Local: Comfort Suites Oscar Freire, Atlantica Hotels International - Rua Oscar Freire, 1948 - Pinheiros -São Paulo/SP
Informações: http://www.corporativabrasil.com.br/cursos_abertos_3.html
Inscrições: http://www.corporativabrasil.com.br/page_13.html
Contato: (11) 3081-1156 / 2589-1460, ou através do e-mail contato@corporativabrasil.com.br
quarta-feira, 19 de maio de 2010
NORMA ISO 10015 - DIRETRIZES PARA TREINAMENTO
“... as empresas inteligentes têm investido cada vez mais no treinamento e montado seus estoques de conhecimento, o que traz velocidade e renovação constante aos negócios.”
Mário Sergio Cortella
Professor de pós-graduação em Educação da PUC-SP
A ASSOCIAÇÃO AMERICANA PARA O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO (ASTD) IDENTIFICOU EM 1996, COMO UMA DAS QUESTÕES CHAVE PARA O NOVO MILÊNIO, A NECESSIDADE DE MEDIR A MELHORIA NO DESEMPENHO DECORRENTE DA PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE TREINAMENTO.
A maioria dos gerentes não sabe como calcular e avaliar o retorno do investimento em treinamento , nem estão equipados com ferramentas de gestão, para subsidiar o processo da tomada de decisão de tal investimento.
Como saber se o dinheiro aplicado na equipe treinada retornará, seja na forma de um trabalho mais eficiente, seja em termos de produtos ou serviços mais competitivos ?
Como medir os benefícios do treinamento e como amortizar os investimentos feitos no capital humano? Como uma empresa pode estar segura de que não perderá sua nova equipe treinada, atualmente o bem mais precioso no mundo empresarial?
O investimento em treinamento não é analisado da mesma forma que os investimentos em outros setores. Por que? Seria porque o treinamento continua a ser tratado mais como despesa do que investimento, destinado a ampliar a capacidade da companhia de competir e inovar?
Grandes empresas, nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, gastam mais de 2% a 3% do total da folha de pagamento em treinamento, o que pode representar milhões de dólares.
Numa pesquisa de 1200 empresas da Irlanda, o treinamento representou, em média, 3.01% da folha de pagamento em 2001, o que explica, em parte, o dinamismo da economia irlandesa.
AS EMPRESAS DO MUNDO TODO DESEJAM CONHECER O RETORNO QUE OBTÊM DOS MILHÕES DE DÓLARES ANUALMENTE GASTOS EM TREINAMENTO.
Para desenvolver um negócio sustentável, as companhias necessitam, mais do que nunca, investir em pessoas. Somente a qualidade do capital humano da empresa pode assegurar a vantagem da competitividade a longo prazo.
O gestor de RH precisa atuar a nível estratégico. Precisa responder à pergunta:
“Qual é o retorno do investimento em treinamento ?”
Se treinamento é investimento, precisa ter seu retorno relacionado com os objetivos estratégicos da empresa, conforme as diretrizes da norma ISO 10015.
A ISO 10015 é uma ferramenta nova de gestão que tem como objetivo “ ... assegurar que o treinamento requerido seja orientado para satisfazer as necessidades da organização.”
Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br
http://www.tgtreinamento.com.br/
Mário Sergio Cortella
Professor de pós-graduação em Educação da PUC-SP
A ASSOCIAÇÃO AMERICANA PARA O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO (ASTD) IDENTIFICOU EM 1996, COMO UMA DAS QUESTÕES CHAVE PARA O NOVO MILÊNIO, A NECESSIDADE DE MEDIR A MELHORIA NO DESEMPENHO DECORRENTE DA PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMAS DE TREINAMENTO.
A maioria dos gerentes não sabe como calcular e avaliar o retorno do investimento em treinamento , nem estão equipados com ferramentas de gestão, para subsidiar o processo da tomada de decisão de tal investimento.
Como saber se o dinheiro aplicado na equipe treinada retornará, seja na forma de um trabalho mais eficiente, seja em termos de produtos ou serviços mais competitivos ?
Como medir os benefícios do treinamento e como amortizar os investimentos feitos no capital humano? Como uma empresa pode estar segura de que não perderá sua nova equipe treinada, atualmente o bem mais precioso no mundo empresarial?
O investimento em treinamento não é analisado da mesma forma que os investimentos em outros setores. Por que? Seria porque o treinamento continua a ser tratado mais como despesa do que investimento, destinado a ampliar a capacidade da companhia de competir e inovar?
Grandes empresas, nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, gastam mais de 2% a 3% do total da folha de pagamento em treinamento, o que pode representar milhões de dólares.
Numa pesquisa de 1200 empresas da Irlanda, o treinamento representou, em média, 3.01% da folha de pagamento em 2001, o que explica, em parte, o dinamismo da economia irlandesa.
AS EMPRESAS DO MUNDO TODO DESEJAM CONHECER O RETORNO QUE OBTÊM DOS MILHÕES DE DÓLARES ANUALMENTE GASTOS EM TREINAMENTO.
Para desenvolver um negócio sustentável, as companhias necessitam, mais do que nunca, investir em pessoas. Somente a qualidade do capital humano da empresa pode assegurar a vantagem da competitividade a longo prazo.
O gestor de RH precisa atuar a nível estratégico. Precisa responder à pergunta:
“Qual é o retorno do investimento em treinamento ?”
Se treinamento é investimento, precisa ter seu retorno relacionado com os objetivos estratégicos da empresa, conforme as diretrizes da norma ISO 10015.
A ISO 10015 é uma ferramenta nova de gestão que tem como objetivo “ ... assegurar que o treinamento requerido seja orientado para satisfazer as necessidades da organização.”
Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br
http://www.tgtreinamento.com.br/
O Professor Sebastião Guimarães é Consultor com cursos de especialização em Qualidade Total pela The George Washington University. É professor do curso de pós-graduação da Universidade São judas - "Gestão pela Qualidade em Alimentos" e professor convidado da Fea/Unicamp. Foi chefe de treinamento da Mercedes Benz e gerente do programa - Qualidade Total do Sebrae/SP.
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