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terça-feira, 2 de agosto de 2022

Menopausa e climatério: o que não te contaram sobre a temida fase da vida da mulher


Entenda a diferença entre os termos, sintomas e diagnóstico


A menopausa e o climatério, apesar de serem usados como sinônimos, são momentos diferentes das fases da vida reprodutiva da mulher. A menopausa é um evento que ocorre durante o climatério, entre os 45 e 55 anos, e seu diagnóstico é confirmado apenas quando a mulher completa um ano sem menstruar.

É durante o climatério que acontece a transição do período ovulatório para o não reprodutivo. Os hormônios estrogênio e progesterona vão deixando de ser fabricados pelos ovários, os ciclos menstruais ficam irregulares, além de alterações físicas e psíquicas que afetam diretamente a qualidade de vida da mulher.

Sintomas do climatério


O começo das ondas súbitas de calor na pele, vertigem, palpitação, insônia, ganho de peso, mudanças repentinas de humor, ansiedade e queda na libido são as principais características dessa fase na vida da mulher.

Ressecamento da pele e do cabelo, perda de massa óssea (osteoporose), dores durante a relação sexual e ressecamento vaginal também fazem parte do compilado de sintomas que podem ser apresentados durante o climatério.

Pós-menopausa


Após ficar 12 meses sem menstruar e ser diagnosticada a menopausa, a mulher entra no período pós-menopausa. Nesse estágio, os sintomas do climatério podem se intensificar. É essencial que as mulheres preservem a qualidade de vida e cuidem de seus corpos e mentes nessa fase da vida.

O que fazer para aliviar os sintomas?


Profissionais da saúde recomendam ter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas regularmente, evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cafeína e evitar o tabagismo. O uso de medicamentos para aliviar os sintomas deve ser discutido junto ao médico.

Como confirmar o diagnóstico?


A análise é feita baseada nos sintomas da mulher por um ginecologista. O médico também pode solicitar exames para saber os níveis dos hormônios FSH, estrógeno e progesterona no organismo da paciente.

“É importante a mulher estar sempre atenta aos sintomas apresentados pelo seu corpo e não deixar de consultar um médico. Apesar de parecer assustadora, a menopausa e o climatério são processos naturais do organismo feminino e não são doenças.”, diz Ana Emília, farmacêutica(o) da Extrafarma.



Sobre a Extrafarma

Há 61 anos, a Extrafarma atua no mercado de varejo farmacêutico com o propósito de dar acesso a saúde e bem-estar para as pessoas viverem o seu melhor. Com cerca de 400 lojas e 6 mil colaboradores diretos, a rede conta com mais de 6 milhões de participantes em seu programa de fidelidade, o Clube Extrafarma.

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Alimentação na terceira idade precisa de cuidados especiais



Chega em um momento da vida que precisamos rever conceitos e prestar mais atenção à saúde. Essa via de regra deve ser maior quando nos aproximamos da chamada terceira idade. E um dos principais pilares para manter-se ativo e em boa forma, é a alimentação. Nesse período da vida o corpo humano começa a absorver os nutrientes com mais dificuldade. É fundamental ater-se à qualidade e quantidade dos alimentos, bem como são preparados. O avançar dos anos deixa o paladar menos aprimorado, a deglutição fica um pouco mais difícil, e com isso a pessoa perde um pouco do prazer na hora da refeição.

São imprescindíveis algumas orientações para que o idoso busque tirar proveito nesse momento. Algumas dicas de alimentação saudável se fazem necessárias, para que não haja nenhum tipo de déficit nutricional neste momento da vida. Buscar comer as refeições sempre no mesmo horário ajuda o organismo a funcionar melhor, beber muita água, podendo variar o sabor aromatizando com laranja, limão ou folhinhas de hortelã. Outro ponto importante é comer com calma, deglutindo bem os alimentos. Caso aconteça a dificuldade de ingerir algum item, vale moer, ralar ou picar a comida. Os alimentos cozidos no vapor são ideais, em detrimento aos assados, fritos ou cozidos na água, já que o vapor ajuda a amaciar o alimento. E comer muito de uma só vez não é aconselhável. Tentar fracionar a alimentação para respeitar os limites do corpo e não sobrecarregar o estômago.

Nesse processo, consumir proteína é de vital importância para as pessoas que atingiram a terceira idade. Como ela atua em quase todos órgãos, músculos e tecidos, esse item nutricional deve estar cotidianamente presente no prato dessa parte da população. Uma boa opção para essa dieta é a ingestão de proteína vegetal, derivada de grãos, oleaginosas ou cereais.


 Uma ótima opção é a granola vegana de caramelo salgado, produzida pela empresa MadeReal, que se destaca pela praticidade e alto teor nutricional de seus produtos. O alimento é perfeito para ser apreciado com fruta ou até mesmo em saladas. O detalhe é que a granola não perde a crocância. Rica em fibras e com baixos índices de gordura, pode ser incluída em dietas mais restritivas e é composta por pistache, noz pecan, cranberry, lascas de coco e semente de abóbora. Já a granola proteica, sem adição de açúcar, tem um leve sabor de coco, finalizada com toque suave de canela e de cardamomo. Completam esse cenário degustativo castanha de caju, amêndoa, semente de girassol e de abóbora, cardamomo, canela e flor de sal.

Esse é um modelo de alimentação saudável que os idosos podem ter. Uma outra observação importante é evitar o consumo de alimentos processados, recheados e com temperos prontos. Um quantitativo muito grande de açúcar, sal e gordura leva ao aparecimento de diversas doenças como hipertensão, inchaço corporal, problemas cardiovasculares e renais. Sempre dar preferência para os temperos, ervas e especiarias naturais, e se possível, cultivados em hortas que os próprios idosos possam cultivar.


Sobre a MadeReal

Criada em 2018, a MadeReal surgiu no mercado com a missão de oferecer aos consumidores produtos de qualidade e que são uma ótima opção para um lanche saudável. Tudo 100% plantbased, nada de origem animal. Atendendo as preferências do mercado, a MadeReal inova sempre, destacando o sabor, leveza e qualidade das suas criações.

Suas combinações incluem granolas, crackers e bombs que prometem se destacar na preferência daqueles que buscam uma alimentação equilibrada e nutritiva sem deixar de lado os lanchinhos durante o dia.

Os produtos da MadeReal podem ser encontrados em mercados de São Paulo e no site oficial da marca (madereal.com.br). Através do Clube de Assinatura, os consumidores podem comprar e receber de forma fácil os produtos naturalmente saudáveis da marca.


Visar Planejamento
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domingo, 24 de julho de 2022

Museu Índia Vanuíre exibe documentário "Filhos da Terra", da série Índios do Brasil


Totalmente gratuita, a programação ainda traz brincadeiras, dica de leitura e o compartilhamento, nas redes sociais, de conteúdo sobre um curioso objeto usado pelo povo Yanomami
Aos finais de semana, o Museu Índia Vanuíre, em Tupã (SP), uma instituição do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari, realiza diversas atividades do projeto “Família no Museu”, sempre das 10h às 16h. Esse mês, o destaque é para o jogo "Separar vitrines" que consiste em apresentar imagens do acervo e, de acordo com a figura apresentada, o visitante deverá encontrar o módulo pertencente àquela imagem, promovendo a aprendizagem cultural.

Além disso, todos os sábados, a instituição indica uma obra de leitura aos seguidores das redes sociais. Neste sábado (23), às 12h, a recomendação será “Marçal Guarani: a voz que não pode ser esquecida”, de Benedito Prezia. O livro aborda a história de um líder que ousou enfrentar o poder estabelecido com seu pequeno corpo e sua voz de trovão, em defesa da causa indígena.

O Museu Índia Vanuíre abriga um acervo expressivo que reúne peças da história da cidade, além de objetos e artefatos de diversos povos indígenas brasileiros. Com objetivo de levar ao público um pouco da riqueza desse acervo, o museu apresenta às segundas-feiras informações e curiosidades sobre a coleção. Na próxima segunda (25), às 12h, as redes sociais da instituição vão compartilhar imagens de um leque usado pelo povo Yanomami. Acesse e confira.

Já na sexta-feira (29), das 9h às 14h, acontece, no auditório, mais uma edição do “Cultura e Questões Indígenas em Foco”, exibindo o documentário "Filhos da Terra", da série "Índios no Brasil". Esse episódio aborda a relação da população indígena com a natureza, o sobrenatural e os não indígenas.


Visitação

O Museu Índia Vanuíre está localizado à rua Coroados, nº 521, em Tupã (SP), e está aberto à visitação presencial, de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. Nas quintas-feiras, o horário é estendido até às 20h. Visite https://museuindiavanuire.org.br/ ou siga nas redes sociais (Instagram: @museuindiavanuire | Facebook: / museuindiavanuire).


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sábado, 2 de julho de 2022

13 de julho, Dia Mundial do TDAH: o que devemos saber sobre esse transtorno?


Neuropsicopedagoda Keila Cicralla aborda sintomas desse transtorno que acomete crianças e adultos comprometendo o aprendizagem e o convívio social


13 de julho é o Dia Mundial do Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um transtorno neurobiológico de causas genéticas que aparece na infância e acompanha o indivíduo por toda a sua vida.

Para detalhar os sintomas desse transtorno, tratamentos e falar sobre a importância da inclusão das pessoas com TDHA no ambiente escolar e de trabalho sugerimos uma entrevista com a Neuropsicopedagoda, Keila Cricralla, pós-graduada em Neurociências Pedagógicas e em Educação Especial. A profissional também é especialista em Funções Executivas e possui doutorado em Direito.


TRANSTORNO HEREDITÁRIO


Por ser hereditário, o TDHA pode estar relacionado ao meio ambiente, como exposição a produtos químicos e metais, e a problemas durante o desenvolvimento neurológico relacionados ao sistema nervoso central.

Identificado através de sintomas como desatenção, inquietude e impulsividade, o TDAH acomete tanto crianças quanto adultos. De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção, a prevalência do TDAH gira em torno de 3 a 5% da população infantil do Brasil e do mundo. Nos adultos, essa prevalência é de cerca de 4%.

As pessoas que convivem com o TDAH precisam de tratamento e acolhimento porque podem se sentir rejeitadas e ter a autoestima abalada devido aos seus sintomas. Crianças com TDAH podem ter dificuldade de brincar com outras crianças, tirar notas baixas e apresentar maior dificuldade para manter o foco. Da mesma forma, um adulto pode não ter um rendimento necessário para se manter em seu emprego.

Com diagnóstico e tratamento adequado é possível que as pessoas com TDAH tenham rendimento e uma boa qualidade de vida.

O TDAH pode ser classificados em três graus:Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico. Eles causam pequenos prejuízos nos funcionamentos social, acadêmico ou profissional
Moderado: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave
Grave: Vários sintomas graves que podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional.

Existem alguns critérios que definem o diagnóstico de uma criança ou adulto com TDAH. Primeiro é necessário que ela tenha um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira em seu funcionamento e desenvolvimento. Para tanto, ela precisa apresentar os seguintes sintomas:

  • Falta de foco;
  • Pouca habilidade de gerenciamento de tempo;
  • Desorganização;
  • Impulsividade;
  • Ataques de raiva;
  • Esquecimento;
  • Falta de motivação;
  • Inquietação e ansiedade;
  • Fadiga;
  • Autoimagem negativa;
  • Problemas de relacionamento;
  • Inquietação e nervosismo;
  • Irritação;
  • Dificuldade em avaliar o próprio comportamento;
  • Dificuldade de permanecer quieto;
  • Oscilações de humor;
  • Inabilidade em lidar com situações estressantes;
  • Impaciência;
  • Mexer pés e mãos ou se contorcer na cadeira escolar constantemente;
  • Dificuldade para permanecer sentado;
  • Correr e escalar objetos, móveis, muros, etc;
  • Dificuldade em se envolver em atividades silenciosas;
  • Fala excessiva;
  • Responder antes que as perguntas sejam concluídas;
  • Interrupções durante conversas com outras pessoas.

Em geral, é preciso que a criança apresente seis ou mais desses sintomas por mais de seis meses antes de ser feito o diagnóstico. Já, em adultos ou adolescentes é preciso apresentar apenas cinco destes sintomas.

O TDAH tem sido associado a:


  • Baixo desempenho escolar ou profissional
  • Desemprego
  • Problemas com a lei
  • Abuso de álcool ou outras substâncias
  • Acidentes de carro frequentes ou outros acidentes
  • Relações instáveis
  • Saúde física e mental comprometidas
  • Autoimagem pobre
  • Tentativas de suicídio

O diagnóstico para TDAH é clínico e feito por médico especialista. Não é necessário exame de ressonância, eletroencefalograma ou qualquer outro que avalie características físicas e nem avaliação neuropsicológica

O processo diagnóstico de TDAH segue uma relação de critérios médicos específicos, incluindo a determinação de subtipo, nível de remissão e gravidade do transtorno.


TRATAMENTOS

Por ser uma condição neurobiológica com impactos comportamentais, o tratamento do TDAH, deve ser feito de modo múltiplo, com medicamentos, terapia e sessões de fonoaudiologia quando a fala ou a escrita também são afetados.

As medicações ajudam a amenizar os sinais e sintomas de impulsividade e a hiperatividade e as terapias amenizam os sintomas do TDAH, além de ensinar técnicas específicas para o paciente lidar com as questões comportamentais. Algumas terapias que podem ser usadas são: Psicoeducação, Psicoterapia, Terapia Comportamental e grupos de apoio.


TDHA E A ESCOLA

Apesar de ainda ser um tema pouco explorado no Brasil, o TDAH começou a ter mais destaque nos anos 2000 em decorrência do aumento do número de crianças e adolescentes que já apresentavam problemas nos campos sociais relacionados a não identificação dos sintomas desse transtorno.

Considerado um dos principais responsáveis pela evasão escolar, o TDAH gera para o indivíduo dificuldades de aprendizado e de manter habilidades sociais, entre outros problemas.

Pela falta de conhecimento sobre o TDAH, há muita dificuldade de se fechar o diagnóstico e fazer com que os direitos dos alunos e adultos também com déficit de atenção sejam reconhecidos.

Nas escolas, a inclusão das pessoas com déficit de atenção é incipiente e as inclusões, assistências e estratégias pedagógicas que acontecem ocorrem de forma isolada. Apesar de muitos professores estarem se capacitando sobre o transtorno, a falta de conhecimento sobre o TDAH acaba confundindo esse transtorno com outros tipos.

Também não há uma política pública capaz de olhar para os alunos com TDAH de forma inclusiva porque as pessoas com déficit de atenção não foram contempladas dentro da política nacional de educação especial.

Partindo do princípio de que o TDAH afeta a capacidade do aluno de prestar atenção, o transtorno impacta a sua performance escolar. Isso porque ele tende a ter dificuldade para se concentrar e para controlar o seu raciocínio, se distraindo facilmente.

Uma vez que não consegue focar nos estudos, o estudante também não memoriza sequências, não se atém a detalhes, costuma ser desorganizado e repetir os mesmos erros. Desse modo, ainda que tenha aprendido o conteúdo recentemente, dificilmente vai se lembrar dele por completo.

Qualquer barulho ou acontecimento ao redor de um estudante com TDAH é capaz de desviar a sua atenção, o que pode piorar quando a aula é lecionada de forma monótona. Assim, um dos maiores desafios das escolas é proporcionar as condições adequadas para que ele tenha a mesma oportunidade de desenvolvimento oferecida aos demais alunos.

Aulas monótonas fazem com que o aluno com TDAH fique entediado, podendo se dispersar em poucos minutos, por isso é recomendado quebrar a rotina escolar com a adoção de métodos e recursos que estimulem sua participação e o foco, o que pode ser feito com aulas mais atrativas.

Muitas vezes, esse aluno apresenta uma resposta melhor à aprendizagem prática. Portanto, após explicar o conteúdo, é importante passar atividades que permitam ao aluno expressar sua criatividade e energia.

Também é interessante diversificar os materiais didáticos utilizados para aumentar o interesse dos alunos.

SOBRE KEILA CHICRALLA

Neuropsicopedagoda, Keila Cricralla é pós-graduada em Neurociências Pedagógicas e em Educação Especial. Especialista em Funções Executivas, também possui doutourado em Direito;

@keilachicrallaoficial


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domingo, 22 de maio de 2022

Mãe: Florescer é não se esquecer de viver!



* Dijanira Silva

Tenho experimentado que o “traço de mãe”, plantado por Deus no coração de cada mulher que Ele criou, vai além da capacidade de gerar filhos, biologicamente. 

A maternidade, biológica ou não, acolhida e vivida como deve ser, é um divisor de águas na vida de uma mulher. 

Não tenho filhos, mas tenho compreendido que meu papel como mulher, inserida nas diversas realidades deste mundo, é amplo, e minha maternidade pode acontecer de várias maneiras, como explica São João Paulo II, em sua carta dedicada às mulheres: “O caráter maternal do coração da mulher centrado na pessoa humana como verdadeira essência da feminilidade, dá à mulher uma inclinação natural e abertura ao ser humano e a ver as pessoas com o coração.”

 Uma missão tão nobre e abrangente que vai além dos parâmetros humanos, como continua a explicar João Paulo II: “A mulher pode descobrir e cultivar a maternidade independente do seu estado de vida ou da sua habilidade de conceber filhos, ainda que a gravidez tenha o efeito de identificar a sua consciência desse dom. Toda mulher é chamada a ser mãe, mas há mais de uma maneira de responder a esse chamado”. Essa nova compreensão da maternidade tem me feito desbravar novos horizontes e, nesse contexto, conhecer o testemunho de “adoráveis mulheres” que passaram pelo mundo gerando vida, mesmo que nunca tenham se casado, e muito menos vivido uma gestação. Entre elas, chama-me a atenção o testemunho de Edith Stein, uma influente filósofa e teóloga alemã que, depois de uma intensa jornada, tornou-se santa e, através de seus escritos, continua inspirando tantas outras mulheres também na atualidade. 

Madre Teresa também é um brilhante exemplo disso, e poderia citar ainda muitas outras mulheres que geram vida por onde passam, mesmo que seus ventres continuem velados. Acredito que o diferencial sempre está na forma como escolheram viver. Certamente nenhuma delas deu lugar ao egoísmo e, talvez, este seja o maior segredo para tanta vida gerada. Elas souberam doar-se, chegando muitas vezes ao extremo cansaço, mas sem deixar para trás o florescimento. E florescer é não se esquecer de viver! É importante lembrar que por trás de uma mãe dedicada, existe uma mulher que também precisa de cultivo para continuar florindo no jardim que é sua família. 

Tomar consciência desta realidade é o primeiro passo na direção do autoconhecimento e, consequentemente, do autocuidado. Até porque, só podemos doar aquilo que possuímos. Neste sentido, se estivermos com a saúde física e emocional em dia, poderemos nos doar com muito mais amor e inteireza ao cuidarmos das pessoas que Deus nos confia, sem deixarmos de viver com liberdade e gratidão nossos dias. Agindo assim, contribuímos com nossos dons, como uma coluna forte que sustenta a humanidade, sem deixarmos de buscar nossos próprios sonhos, sem nos perdermos pelo caminho. Isto é florescimento, uma experiência possível, porque Deus, o “grande jardineiro” e autor de toda beleza, está conosco, uma vez que escolheu gerar vida e colorir o universo através de nós. Alicerçadas nessa verdade, eu e você podemos vencer o cansaço e florescer por onde formos, compartilhando nossa maternidade!

 * Dijanira Silva é missionária da Comunidade Canção Nova, autora dos livros “Tenha um ótimo dia! – Palavras de encorajamento e fé”, “Por onde andam seus sonhos?” e “Você Não está sozinha”, pela Editora Canção Nova, e apresentadora da Rádio América em São Paulo, e do programa “Florescer”, pela TV Canção Nova. Instagram: @dijaniracn